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terça-feira, 15 de abril de 2014

Russell Crowe teve educação adventista na infância


O ator neozelandês Russell Crowe
Russell Ira Crowe [ator principal do filme “Noé”] nasceu em Wellington, Nova Zelândia, mas tem ascendência britânica, norueguesa e maori. Dois de seus tios, Martin e Jeff Crowe, são antigos capitães da seleção de críquete neozelandesa. Crowe cresceu seguindo as orientações da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Quando tinha quatro anos, seus pais se mudaram para a Austrália, onde frequentou a Sydney Boys High School. Aos 14, retornou à Nova Zelândia, onde não completou a educação secundária, abandonando os estudos para ajudar financeiramente sua família. Crowe voltou à Austrália aos 21 anos, para ingressar no Instituto Nacional de Arte Dramática, plano do qual desistiu, passando a trabalhar como ator de teatro mambembe. Depois de aparecer nas séries de televisão “Neighbours” e “Living With the Law”, Crowe obteve seu primeiro papel em um filme: “The Crossing”, dirigido por George Ogilvie.

Em 1992, Crowe protagonizou o primeiro episódio da segunda temporada da série “Police Rescue”. No mesmo ano, atuou em “Romper Stomper”, um filme australiano dirigido por Geoffrey Wright.

Depois de seu êxito na Austrália, Crowe começou a aparecer em filmes norte-americanos. Primeiro, esteve ao lado de Denzel Washington em “Assassino Virtual”, de 1995. Mas Crowe tornou-se uma estrela depois de trabalhar com Kevin Spacey, Guy Pearce e Kim Basinger no filme “Los Angeles - Cidade Proibida”, em 1997.
 
Nos anos seguintes, Crowe receberia três indicações ao Oscar de melhor ator: por “O Informante”, “Gladiador” e “Uma Mente Brilhante”. Ganhou o prêmio, em 2001, por sua atuação em “Gladiador”. Seu trabalho em “Uma Mente Brilhante” lhe valeu um prêmio Bafta. Em 2005, voltou a filmar sob a direção de Ron Howard, em “A Luta Pela Esperança”. E foi dirigido por Ridley Scott em dois filmes: “Um Bom Ano” e “American Gangster”.

Na maior parte do ano, Crowe mora na Austrália. Ele também é cantor e compositor. Foi vocalista e guitarrista da banda de rock “30 Odd Foot of Grunts” e hoje colabora na banda canadense “Great Big Sea”. Publicou um álbum no iTunes, intitulado “My Hand, My Heart”.

Russell Crowe também é co-proprietário da South Sydney Rabbitohs, uma equipe da Liga Nacional de Rugby da Austrália.


Nota: No Brasil, Luana Piovani também teve começo semelhante ao do ator neozelandês (confira aqui e aqui) e Angus Jones fez caminho inverso ao dos dois (confira). [MB]

Confira abaixo o ator Russell Crowe, bem jovem, num antigo comercial do colégio adventista australiano de Avondale:




quinta-feira, 3 de abril de 2014

Obama quer o apoio do papa Francisco


Convergência profetizada
O presidente norte-americano, Barack Obama, não obteve [na semana passada] um endosso mais firme de suas políticas em seu primeiro encontro com o papa Francisco, que é uma das personalidades mais populares nos EUA atualmente. A Casa Branca e o Vaticano deram versões diferentes sobre a conversa reservada de 50 minutos entre os dois, na biblioteca privada do papa, no Vaticano. Em entrevista em Roma, Obama disse que boa parte do encontro tratou de desigualdade de renda e da paz mundial. “Não falamos muito de assuntos sociais controversos”, afirmou. Mas nota emitida pelo Vaticano afirma que o papa e o presidente americano discutiram “o exercício da liberdade religiosa, o direito à vida e a objeção de consciência”. [...] Desde outubro, Obama tem citado o papa, mostrando a convergência entre ambos na “desigualdade de oportunidades”. Não se sabe se o papa aproveitou para criticar as posições favoráveis de Obama ao aborto e ao casamento gay.

“Sua Santidade é provavelmente a única pessoa do mundo que precisa aguentar mais protocolo do que eu”, brincou Obama. [...]

Analistas políticos acreditam que Obama buscava apoio de Francisco, hoje uma figura mais popular nos EUA que o próprio presidente. [...]


Nota: Quando um presidente norte-americano precisa do apoio de um papa porque este é mais popular do que aquele em seu próprio país, isso realmente chama a atenção de quem conhece um pouco das profecias apocalípticas. Evidentemente que Obama tem interesses mais pragmáticos, mas a seu tempo essa convergência resvalará cada vez mais para temas religiosos. Quem viver verá. [MB]

quarta-feira, 26 de março de 2014

Testemunhos sob ataque


O que você faz com um presente?
Em Apocalipse 12:17, Satanás é apresentado na forma de um dragão que persegue a mulher, símbolo da igreja verdadeira. O motivo da perseguição é bastante claro: porque a igreja guarda os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus. E de acordo com o próprio Apocalipse (19:10), o testemunho de Jesus é o “espírito de profecia”. Satanás perseguiu, persegue e continuará perseguindo a igreja, especialmente por causa desses dois pilares fundamentais. Ele tenta convencer as pessoas de que a lei de Deus é inadequada aos dias de hoje, que ela foi abolida, ou mesmo que a graça dispensa a lei. Mas se permanecemos firmes aos princípios da santa lei, Satanás intensifica seus ataques em outra direção: contra o testemunho de Jesus.

Quando não consegue destruir a fé na lei de Deus, o inimigo tenta com todas as forças e formas destruir a fé no espírito de profecia, nos escritos de Ellen G. White. Isso funciona mais ou menos assim: o inimigo ajuda alguns a terem uma interpretação diferente da igreja. Faz com que eles tenham certeza de que estão certos. Quando ele acha que atingiu o objetivo, faz o arremate: mostra à pessoa uma citação do espírito de profecia que diga exatamente o oposto do que ela está pensando. Nesse momento, ou a pessoa se humilha diante de Deus e estuda a Bíblia em oração, ou mantém seu posicionamento, desacreditando o espírito de profecia. Esse é um processo gradual que leva a pessoa a não querer nem mesmo ouvir alguém pregar ou falar sobre Ellen White. Cria-se uma aversão infundada.

Levar as pessoas a extremos também é uma tática amplamente utilizada por Satanás. Se há os que esposam ideias legalistas e radicais a respeito dos escritos do espírito de profecia, há também os que os ignoram por completo. Os segundos às vezes até fazem isso em função dos primeiros. Mas uma leitura cuidadosa e sem preconceitos mostra que Ellen White foi uma mulher equilibrada em tudo o que escreveu. Portanto, os que usam seus escritos de forma inadequada e sem a devida consideração para com o contexto e a época da profetisa apenas lançam sombras sobre seu ministério. Para “ajustar o foco” a respeito da vida e obra dessa mulher singular, vale a pena ler o livro Mensageira do Senhor, de Herbert E. Douglass, e mesmo o livreto Histórias de Minha Avó, de Ella M. Robinson, neta da Sra. White (ambos da CPB).

Embora saibamos que a Bíblia é nossa única regra de fé e prática, e que os escritos de Ellen White são, como ela mesma diz, uma luz menor que conduz à luz maior, a negação da inspiração de tais escritos é algo muito sério. No livro Mensagens Escolhidas, volume 1, página 48, está escrito que “será ateado contra os testemunhos um ódio satânico. [...] Satanás não pode achar caminho tão fácil para introduzir seus enganos e prender almas em seus embustes se as advertências e repreensões e conselhos do espírito de profecia forem atendidos.”

No mesmo livro, à página 84, é dito que “uma coisa é certa: os adventistas do sétimo dia que tomarem sua posição sob o estandarte de Satanás, primeiramente renunciarão à sua fé nas advertências e reprovações contidas nos testemunhos do Espírito de Deus”.

É curioso notar como há pessoas que vivem à caça de ideias especulativas que invariavelmente tendem a desviar a atenção do que realmente é essencial. Encontram as mais esdrúxulas “revelações”, tanto na Bíblia quanto no Espírito de Profecia. Quanto a isso, também, a mensageira do Senhor é bem clara: “Não devem ser promovidas ideias especulativas, pois há mentes singulares que gostam de apegar-se a um ponto que outros não aceitam, e argumentar e atrair tudo para aquele único ponto, insistindo nele, ampliando-o, quando ele na verdade não é de importância vital e será entendido de maneira discordante. Duas vezes me foi mostrado que se deve conservar em segundo plano tudo o que for de natureza a levar nossos pastores a divergirem dos pontos que são agora essenciais para este tempo” (Ellen G. White, Carta 37, 1887 [Manuscript Releases, v. 15, p. 20-22]).

É de extrema importância, pois, que saibamos dar a “razão [de nossa] esperança” (1Pd 3:15), alicerçada em profundo conhecimento bíblico, pois, “ao vir a sacudidura, pela introdução de falsas teorias, esses leitores superficiais não ancorados em parte alguma, são como areia movediça” (Ellen G. White, Testemunhos para Ministros, p. 112).

Mais ainda: não basta um conhecimento meramente racional da verdade. É preciso experiência. A verdadeira religião desce da mente para o coração e impregna toda a vida, pois está baseada numa relação de íntima comunhão com Jesus. Ellen White diz que “estão rapidamente se aproximando dias quando haverá grande perplexidade e confusão. Satanás, trajado com vestes angelicais, enganará, se possível, os próprios escolhidos. [...] Soprará todo vento de doutrina. [...] Os que confiaram no intelecto, no gênio ou talento, não permanecerão à testa das fileiras e colunas. Eles não mantiveram seu passo com a luz” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 80).

A Bíblia nos adverte a estarmos bem firmados na Rocha e a sermos cuidadosos em nossas interpretações para não perdermos a coroa da vitória (Ef 4:14; Mt 7:24, 25; 2Pd 3:15-18; Ap 3:11). Devemos, acima de tudo, reconhecer o inestimável presente que nos foi legado por Deus por meio dos escritos inspirados de Ellen White, e utilizá-los em nossa edificação e na edificação do próximo. “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr 20:20).

(Vanderlei Ricken é bibliotecário do IACS, RS; Michelson Borges é jornalista, mestre em teologia e editor na Casa Publicadora Brasileira)

sábado, 22 de março de 2014

Aluna vai à escola com vestido curto e é advertida


Geração sem regras; apoio dos pais
Inconformada por ser advertida pela direção da escola onde a filha estuda, a mãe de uma aluna de 16 anos da zona Norte de Joinville resolveu desabafar no Facebook e levantou uma discussão que envolveu mais de 3,6 mil pessoas em menos de 24 horas. Segundo ela, a menina estuda à noite em uma escola da rede pública e teria sido constrangida pela direção da instituição por usar um vestido considerado muito curto. “Concordo que deve haver bom senso, que há roupas que são próprias para usar em passeio, em casa ou nos shoppings. Não dou o direito para ninguém intervir na educação que dou para minhas filhas”, diz a mulher, que recebeu apoio de outros pais e de alguns dos integrantes do grupo. No post, a mãe lembra o caso da estudante universitária Geise Arruda, que foi hostilizada em 2009, em São Paulo, por causa de um vestido rosa-choque.

A confusão nos corredores da instituição ganhou proporções que fugiram do controle da universidade e a estudante só conseguiu sair da universidade com a ajuda da Polícia Militar. O caso ganhou repercussão internacional. “Aconteceu isso com aluna de faculdade, agora fazem com as do ensino médio. A troco de quê? Alegando estar moralizando-as?”, diz a mãe, que telefonou para a diretora.

Na foto que a mãe postou na rede social, a jovem aparece com um vestido quase na altura do joelho. A instituição garante que só chama os pais depois de pelo menos três advertências por escrito e depois de conversar diretamente com as alunas.

A diretora-geral da escola disse ontem que uma de suas assessoras apenas chamou a atenção da adolescente de 16 anos por ela estar com um vestido muito curto e pediu que baixasse um pouco a barra da roupa. “Estamos em um ambiente escolar e nada mais correto do que usar uma roupa decente”, reforça a diretora, lembrando que há um regimento interno da escola que deve ser seguido.

O ideal, segundo a diretora, é que o comprimento das bermudas, saias e vestidos seja do meio da coxa para baixo. A diretora lembrou ainda que outra aluna foi advertida várias vezes por usar bermudas curtas demais e que os pais foram chamados na escola.


Nota: A mãe disse: “Não dou o direito para ninguém intervir na educação que dou para minhas filhas.” Então por que colocou a filha numa escola? Essa é uma típica inversão de valores em que pais ficam do lado dos filhos contra a escola, mesmo em situações em que a instituição tem razão. [MB]


terça-feira, 18 de março de 2014

Universo Paralelo – livro imperdível


“Aos olhos mestiços de Daniela, a vida não parecia fazer sentido. Quanto mais buscava encontrar a felicidade, mais se decepcionava. A frustração no exercício da medicina e nos relacionamentos fez com que ela se afastasse dos caminhos seguros. Luiz Fernando era um jovem médico brilhante que pensava estar no caminho certo. Queria apenas aproveitar a vida e fazer o melhor para alcançar fama e sucesso em sua carreira. O que ambos não sabiam era que havia alguém realmente interessado em unir essas duas histórias e ajudá-los a descobrir juntos uma nova medicina, o Deus real e o verdadeiro amor. Universo Paralelo é um livro comovente e singular. Uma história que comprova a ação de Deus na vida de dois jovens que decidiram enxergar a vida com os olhos da fé.”

Esse é o texto de apresentação do livro lançado recentemente pela Casa Publicadora Brasileira, obra que tem potencial para se tornar best-seller, pois, além de bem escrita, traz duas histórias de vida e de conversão impressionantes. Com pitadas de bom humor e inegáveis evidências da atuação de Deus, Fernando e Daniela vão contando lances de sua trajetória como estudantes de medicina e, aos poucos, vão mesclando os fatos, como mesclada ficou a vida deles no desempenho da obra de Deus e na descoberta do amor que sentiam um pelo outro.

Tive o privilégio de conhecê-los em 2008, quando eram ainda recém-convertidos. Recebi na casa dos meus sogros, em Palhoça, SC, a visita dos dois e, quando ouvi a história deles, desafiei-os: “Vocês precisam escrever isso! Esse testemunho vai ajudar muitas pessoas.” Felizmente, eles toparam o desafio.

Fernando era ateu e, ao participar de um simpósio criacionista em Florianópolis, meses antes, repensou suas convicções. Ele abriu mão de uma residência concorridíssima em Miami a fim de servir a Deus. Daniela era budista, especializada em acupuntura, e não estava preocupada com religião. Ambos tinham um futuro economicamente promissor, mas preferiram optar pela eternidade e pelo desempenho de uma nova medicina.

Leia Universo Paralelo, emocione-se e se inspire com essa história real da atuação do Criador na vida de dois jovens que hoje se dedicam em tempo integral à obra de Deus (o Dr. Fernando é diretor clínico do Centro Adventista de Vida Saudável, em Engenheiro Coelho, e a Dra. Daniela também trabalha lá, como médica).

Michelson Borges

CONVITE: Os Drs. Fernando e Daniela estarão no dia 22 de março (sábado que vem, manhã e tarde) na Igreja Adventista de Nova Tatuí, em Tatuí, onde vão contar seu testemunho e apresentar palestras sobre saúde. Se você mora aqui perto, não pode perder!

quinta-feira, 13 de março de 2014

Excesso de tempo na internet e depressão


Cientistas da Universidade de Leeds afirmam ter encontrado uma "impressionante" evidência de que alguns internautas desenvolvem uma compulsão que os fazem substituir a interação da vida real por salas de bate-papo e sites de relacionamento social. "Este estudo reforça a tese de que o excesso de engajamento em sites que servem para substituir a função social normal poderia levar a transtornos psicológicos correlatos, como depressão e dependência", disse a principal autora do estudo, Catriona Morrison. Os pesquisadores analisaram 1.319 britânicos com idade entre 16 e 51 anos e concluíram que 1,2% deles eram viciados em internet. De acordo com Morrison, esses dependentes passavam proporcionalmente mais tempo em sites com conteúdo sexual, de games ou de comunidades online. Tinham também uma incidência maior de depressão moderada ou severa do que a média dos usuários normais.

"O uso excessivo da internet está associado à depressão, mas o que não sabemos é o que vem primeiro - as pessoas deprimidas são atraídas para a internet, ou a internet causa depressão?", escreveu Morrison. "O que está claro é que para um pequeno subconjunto de pessoas o uso excessivo da internet poderia ser um sinal de alerta para tendências depressivas." O estudo foi publicado na revista especializada Psychopathology.

(Veja)

Nota: Como afirma certo dito popular: tudo o que é demais faz mal. Com a internet não é diferente. A web pode ser uma bênção ou uma maldição, dependendo da maneira como nos relacionamos com ela. Um bom livro de papel, um bate-papo entre amigos, exercício físico, relacionamento saudável entre namorados e cônjuges - essas coisas devem ocupar tempo nobre em nossa vida. Temos que ser sábios para lidar corretamente com o real e o virtual.[MB]