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terça-feira, 31 de julho de 2012

Satanás pode nos matar pessoalmente, fisicamente?




Pesquisando as referências Bíblicas, não pudemos encontrar uma ocasião em que Satanás tenha matado alguém fisicamente.No episódio em que Deuspermitiu que o inimigo tentasse Jó, vemos que Satanás tentou de todas as formas, e inclusive matou através de calamidades os filhos e filhas de Jó; mas não o fez pessoalmente.

O poder de Satanás é muito grande. Ele pode se transfigurar em anjo de Luz (2 Coríntios 11:14), imitar as pessoas que morreram (espíritos que aparecem nos centros espíritas) e pode até mesmo fazer descer fogo do céu, (Apocalipse 13:13). Contudo, não poderá tocar nem em um fio de cabelo de um justo, sem a permissão divina.

Satanás é um anjo, um ser espiritual, mas ele tem o poder para se materializar, e desta forma poderia facilmente destruir muitas pessoas. Mas o diabo não pode atacar os que usam a armadura de Deus, que estão debaixo da proteção divina.  Efésios 6:13 diz: “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis”

Vivemos uma guerra espiritual, onde o inimigo tenta de todas as formas nos destruir. Devemos ter muito cuidado, pois nesta guerra está em jogo o destino eterno de nossas vidas. “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar;” (1 Pedro 5:8).

O mais importante é mantermos sempre em nossa vida uma fé inabalável no Salvador Jesus Cristo, que nos ampara nos momentos de angústia e dor. Todo aquele que aceitar a Jesus como Salvador e Senhor, vencerá o inimigo.  Que possamos sempre estar ao lado de Cristo.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Deus poderia ter evitado o pecado no planeta Terra?




Prisão do pecado
Certamente Deus poderia ter evitado o pecado no planeta Terra. Ele é um Deus onipotente (pode todas as coisas)  Salmo 91:1. O detalhe é que se Deus intervisse na decisão do homem de pecar, estaria interferindo em sua liberdade de escolha, algo totalmente contra o governo de Deus.

Analisando o relato da queda do homem (e entendendo o caráter de Deus), vemos que o pecado deveria ser evitado pelo homem e não por Deus. O homem tinha tudo em suas mãos para evitar o pecado, mas não o quis; isto mostra-nos que o evitar o pecado não era encargo de Deus mas sim do homem, pois este recebeu inteligência para isto e também foi avisado das conseqüências do pecado (Gênesis 2: 16 e 17).

A Bíblia promete que logo Deus irá terminar com o sofrimento (Apocalipse 21:1-4). Creia nEle, pois Suas promessas maravilhosas são para todo aquele que confia em Seu poder e em Sua Pessoa: ?Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3:16).

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Atleta Adventista renunciou às Olimpíadas por fidelidade à guarda do Sábado



Tracy Joseph
""Absolutamente, isto é algo no qual não faço concessões”, foi a resposta dada à imprensa de seu país ao ser questionada se estava arrependida de sua decisão. Tracy Joseph, atleta costa-riquenha, preferiu guardar o sábado, como o dia de repouso, a participar nos Jogos Olímpicos de Londres, na prova dos 200 metros, representando seu país, a Costa Rica.

Ela tomou conhecimento do inesperado adiamento na data e hora da prova, levando-a a renunciar ao que seria a última oportunidade de buscar seu ingresso na pista do estádio dos Jogos Olímpicos em Londres. A prova da Tracy estava prevista para o domingo de manhã, mas, inesperadamente a competição foi adiada para o sábado.

Diante dessa decisão, seu treinador, Emanuel Chanto, comentou: “Uma determinação dessa natureza não deixa de ser frustrante porque se trabalha para isso. Porém, o fato de ela não competir nos sábados é algo já havíamos conversado. Trata-se de assunto íntimo no qual não posso intervir.”

Tracy deveria baixar em 48 centésimos, seu melhor tempo de 23 segundos e 78 centésimos, para atingir a marca mínima exigida de 23 segundos e 30 centésimos.

Inicialmente, ela buscaria essa marca no Grand Prix Sul-Americano, por ocasião da celebração dos dias 30 de junho e 1 de julho, em Bogotá, Colômbia. “A informação da mudança da data e do horário foi dada no domingo de manhã, quando eu estava em Cali, Colômbia. É óbvio que essa mudança me desiludiu, visto que queria alcançar a marca exigida. Não obstante, essa não é a primeira vez que não participo de uma competição no sábado e, a despeito disso, Deus me abençoou fazendo-me chegar até aqui. Estou certa de que Ele me preparou para coisas melhores”, comentou a jovem de 24 anos.

Devido à sua renúncia, vários meios de comunicação deram cobertura à notícia que rodou o mundo, através da Internet, ressaltando o sábado como o dia de repouso guardado pelos adventistas do sétimo dia. Sem dúvida, um testemunho que fortalecerá a espiritualidade de muitos."

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Terremoto de 6,6 graus de magnitude abala ilha de Sumatra



Sumatra
25/07/2012 - Um terremoto de 6,6 graus de magnitude abalou na manhã desta quarta-feira a região da ilha indonésia de Sumatra, informou o serviço geológico dos Estados Unidos.

O tremor ocorreu às 07H30 local (21H30 Brasília) a 300 km a sudoeste de Medan, capital da província de Sumatra do Norte, a uma profundidade de 45 km sob o mar.

Não foi emitido alerta de tsunami e até o momento não há informação sobre vítimas ou danos importantes.
O solo tremeu violentamente por cerca de um minuto em Simeulue, disse à AFP um morador desta pequena ilha situada 150 km a oeste de Sumatra e a mais abalada pelo tremor.

"As pessoas correram para fora de suas casas tomadas pelo pânico. Sentimos um violento abalo por cerca de um minuto ou mais, mas aqui não há sinais de danos", disse Abdul Karim, funcionário de Sinabang, capital da ilha de Simeulue.

A ilha de Sumatra, no noroeste do arquipélago indonésio, foi devastada por um terremoto superior a 9 graus seguido de tsunami, no dia 26 de dezembro de 2004, que deixou mais de 170 mil mortos na região de Aceh e 220 mil no sudeste da Ásia.

Terra

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Europa em defesa do descanso dominical


Líderes religiosos
Bruxelas, 12 jul 2012 (Ecc – Os presidentes da Comissão e do Conselho Europeus reuniram-se hoje em Bruxelas com 24 representantes cristãos, judaicos e muçulmanos, bem como das comunidades Hindu e Baha'i, numa iniciativa anual marcada pela preocupação com a liberdade religiosa. 

Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, reiterou que a União Europeia condena “todos os atos de violência contra minorias religiosas, seja na Europa, em África ou na Ásia, onde quer que estes aconteçam”. 

“A liberdade religiosa deve ser respeitada em todo o lado e preocupa-nos bastante ver algumas minorias, cristãs ou outras, serem alvo de ódio por outras partes da sociedade, tal como aconteceu no passado, em muitos outros países, contra minorias muçulmanas ou judaicas”, acrescentou o político português. 

O líder do executivo comunitário sublinhou ainda a União Europeia defende “o direito a qualquer pessoa ter uma religião, bem como o direito a não professar qualquer religião”. 

O tema escolhido para o encontro, que se repete desde 2005, foi a solidariedade entre gerações, com os bispos católicos a alertar para as crises “económica e demográfica”. 

D. André-Joseph Leonard, arcebispo de Bruxelas, pediu uma maior aposta nas famílias, que considerou como a única “forma sustentável” para sair da atual crise. 

O vice-presidente da Comissão dos Episcopados Católicos da União Europeia (COMECE), D. Gianni Ambrosio, realçou, por seu lado, a “importância fundamental” do domingo como dia de “descanso comum”. 

D. Adolfo Gonzales-Montes, bispo espanhol, denunciou as práticas políticas “imorais e irresponsáveis” no país vizinho que levam a “sacrificar as novas gerações”. 

Já o bispo romeno D. Virgil Bercea, vice-presidente da COMECE, pediu que sejam criadas condições para que os países mais pobres possam desenvolver-se economicamente. 

“Estes mecanismos devem incluir transparência na forma como os dinheiros públicos são gastos”, indicou o prelado, numa intervenção enviada à Agência ECCLESIA.


Nota DDP: Veja ainda "Solidariedade entre gerações requer o apoio da União Européia", de onde se destaca:

Neste contexto, Dom Gianni Ambrosio, Itália, vice-presidente da COMECE, sublinhou a necessidade para a Europa e seus Estados membros, de proteger o domingo como dia de repouso semanal comum na Europa. "O descanso dominical comum é de fundamental importância, especialmente para a família, a vida espiritual de seus membros e relacionamentos pessoais, tanto no seio da família como com parentes e amigos." Ele lembrou que as igrejas fizeram causa comum com grandes sindicatos e a sociedade civil proteger o domingo sem trabalho no nível da legislação da UE e Estados-Membros.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Animais também choram a morte de seus filhotes



Deu no G1: Um golfinho foi fotografado carregando o corpo de seu filhote no mar em uma espécie de “ritual de luto”. A cena foi presenciada por turistas em uma região autônoma da China chamada Guangxi Zhuang, famosa por concentrar esses animais. O mamífero adulto levantou o filhote morto várias vezes até a superfície, como se estivesse tentando ajudá-lo a respirar. Depois, empurrou o bebê da costa em direção a águas mais profundas. Um corte profundo foi observado na barriga do filhote, o que pode ter sido feito pela hélice de um barco. Muitas embarcações frequentam o local para levar turistas.

Anteriormente, pesquisadores já observaram golfinhos carregando ou empurrando filhotes que nasceram mortos ou morreram ainda jovens. Os animais demonstram angústia e ficam até vários dias com o corpo do bebê por perto.

“Rituais de luto” no reino animal já foram vistos entre baleias, elefantes, chimpanzés e gorilas. Embora os especialistas relutem em atribuir emoções humanas aos bichos, esse comportamento dos golfinhos parece mostrar que eles têm, pelo menos, consciência sobre sua mortalidade e podem até “contemplar” uma eventual morte. Outros indivíduos parecem incapazes de aceitar o fato.

Em 2011, o G1 também publicou esta notícia: O site do jornal britânico Daily Mail divulgou [...] a imagem de uma chimpanzé lamentando a morte do filhote de apenas 16 meses de idade. O registro foi feito por câmeras de cientistas do Instituto Max Planck de Psicolinguística, da Alemanha, que estudavam exatamente como os primatas enfrentam perdas.

A chimpanzé filmada carregou o corpo morto do filhote durante 24 horas, antes de largá-lo cuidadosamente no chão. A mãe continuou a observar e a tocar no corpo. Ela ainda levou outros chimpanzés para notarem o primata falecido.

Com forte relação com os filhotes, a fêmea de chimpanzé carrega a cria durante os dois primeiros anos e continua a amamentá-la até os seis anos de idade.
Comentário da jornalista Agatha Lemos: “Ainda acham que os animais podem ser mortos sem consequências... eles próprios sofrem com as perdas. Queria que a evolução explicasse o apego entre os animais. Será que eles choram por que, com  a morte de seus filhos, sentem (por intuição ou instinto) que estão mais vulneráveis perante grupos mais fortes e com mais unidades? É claro que não! Choram e lamentam porque não foram feitos para morrer.”

Nota: Quando era criança, infelizmente (nesse aspecto), o quintal da casa dos meus pais dava para o quintal da casa de um senhor que tinha uma mercearia e vendia, entre outros produtos, carne suína. Ele mesmo matava os animais em seu terreno e até hoje me lembro dos gritos desesperados dos porcos e leitões, antes mesmo de serem esfaqueados no coração (isso quando o algoz não errava o golpe, sendo necessárias mais estocadas). Sempre tive a impressão de que os animais sabiam que iam ser sacrificados e protestavam com todas as forças, tendo o medo estampado nos olhinhos arregalados. Também já vi cenas de bois e vacas “chorando” sobre o sangue derramado de seus filhotes ou companheiros. Faz tempo que me convenci de que meu estômago e minhas preferências gastronômicas não são assim tão importantes para justificar a morte de seres vivos que sofrem perdas e desejam viver, assim como os humanos que os matam. Por isso, há quase 20 anos, decidi nunca mais comer nada que tenha tido mamãe.