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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Quando tudo está contra você



Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. João 14:6.
Lin Yutang era um cristão chinês de terceira geração. Seu pai servia como ministro presbiteriano em uma pequena vila. Ao terminar a faculdade, Lin foi lecionar em Pequim, onde começou a absorver as idéias humanistas que o cercavam.
Lin estabeleceu uma sólida reputação como acadêmico e escritor de livros que se tornaram campeões de vendas. Então, um dia, sua esposa, uma cristã, convidou-o para ir à igreja. Eles estavam na cidade de Nova Iorque naquela ocasião.
Lin acompanhou sua esposa, e ambos assistiram ao culto em uma igreja na Avenida Madison. O pastor foi bastante eloqüente em seu sermão sobre a vida eterna, mas Lin não se interessou muito por aquele assunto.
Uma coisa que ele ouviu, no entanto, ficou em sua mente. Poderia realmente haver algo mais na vida do que esta rotina secular, cotidiana? A pergunta o perseguia e finalmente o compeliu a dar uma olhada mais aprofundada na Bíblia. Ele disse a si mesmo que estava apenas relendo os Evangelhos, mas logo se viu contemplando a Deus face a face, na pessoa de Cristo.
A imagem que Lin tinha de Deus começou a mudar. Ele ficou perplexo ao ver que Deus, da maneira como Jesus O revelava, era muito diferente daquilo que as pessoas falavam. O evangelho passou a fazer sentido para Lin. Agora, era o materialismo que não se encaixava com a realidade. Ele não podia acreditar que o mundo era, como ele dizia, “apenas um redemoinho de átomos obedecendo a leis mecânicas cegas”. Não, os seres humanos tinham escolhas morais para fazer. Seres humanos complacentes e frágeis tinham que aceitar ou rejeitar o evangelho. Lin Yutang encontrou suficiência completa em Cristo e em Seu evangelho.
Por vezes, as dúvidas podem acumular-se na mente de cristãos sinceros. Jesus provê certeza em nossos momentos de dúvida. Ele esclarece nossas dúvidas. Não responde necessariamente a todas as nossas perguntas, mas Ele nos dá a Si mesmo. O cristianismo não é um argumento; o cristianismo é Jesus. Quando as dúvidas ameaçarem obscurecer sua fé, abra os Evangelhos. Reaproxime-se de Jesus. Apaixone-se por Ele outra vez.
Quando tudo está contra você, ainda há Jesus, e Ele é o suficiente.
Pr. Mark Finley – Sobre a Rocha.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Alemanha: autoridades quer reaproximar católicos e protestantes



11/09/12 - Figuras conhecidas da Alemanha, nas áreas de política, cultura, esporte e entretenimento, apresentaram uma declaração em Berlim, fazendo um “apelo urgente” pela unidade entre as igrejas católica e protestante. 

“Hoje, o cisma da igreja não é desejado nem justificado politicamente”, afirma o comunicado intitulado “O ecumenismo agora – um só Deus, uma só fé, uma só Igreja”. ”Será que fatores teológicos, hábitos e tradições eclesiásticas institucionais e culturais sustentam o cisma entre as igrejas? Não pensamos assim.” 

A declaração pedindo o fim da ruptura de quase 500 anos entre as igrejas foi assinada por políticos, incluindo o chefe do parlamento alemão Norbert Lammert, o ministro da Defesa, Thomas de Maizière, e o chefe do Partido Social Democrata, Frank-Walter Steinmeier. 

Entre os 23 signatários (católicos e protestantes) estão o apresentador de TV Guenther Jauch, o chefe da Federação Alemã de Esportes Olímpicos, Thomas Bach, e o escritor Arnold Stadler, bem como artistas e acadêmicos. 

A declaração lembra que tanto o Concílio Vaticano II, que completará 50 anos no próximo mês e a Reforma, que comemorará seu 500 º aniversário em 2017, tiveram um grande impacto na sociedade mundial. Algo que continua a ser sentido nas diferentes denominações. A iniciativa pede que os membros leigos das igrejas que tenham um papel ativo, vendo estes aniversários como uma oportunidade de mudança. 

“Não podemos e não devemos permitir que o problema da unidade da Igreja continue até que os líderes da igreja cheguem a um entendimento sobre a Sagrada Comunhão e administração”, disse o comunicado. ”Não podemos estar satisfeitos em simplesmente ver as igrejas reconhecendo umas às outras.” 

A questão da Sagrada Comunhão interdenominacional é um tema polêmico na Alemanha, que contabiliza cerca de 50 milhões de cristãos, divididos quase igualmente entre católicos e protestantes. É comum casamentos entre pessoas que professam outro tipo de fé. Membros de ambas as denominações têm apelado repetidamente para que as regras eclesiásticas sejam relaxadas para que os católicos e protestantes possam celebrar a Sagrada Comunhão juntos. 

Em um comunicado respondendo ao documento “Ecumenismo Agora”, o arcebispo Robert Zollitsch, presidente da Conferência Episcopal Católica Alemã, acredita que essa questão é como “uma ferida que continua aparecendo, e que destaca a falta de entendimento comum na fé “. 

“A iniciativa do documento “Ecumenismo Agora” teve uma recepção muito positiva”, acredita Thies Gundlach, vice-presidente da Igreja Protestante na Alemanha. “É um esforço para ver o futuro do ecumenismo não só como responsabilidade dos líderes da igreja, mas também lembrar que a unidade é responsabilidade de todos os cristãos. Somos gratos por ver que os cristãos evangélicas e católicos alemães hoje estão mais unidos que nunca”. 

Mas é importante, disse ele, não apagar seus próprios entendimentos teológicos básicos. “No início do século 16, os reformadores desenvolveram uma visão diferente da igreja… é importante avançarmos com o máximo de velocidade possível sobre as questões ecumênicas, mas também ter paciência”, concluiu Gundlach. 

O teólogo Luiz Carlos Fernandes, consultor do Gospel Prime, entende que isso tudo é parte de um processo escatológico irreversível. Ele faz a seguinte análise: 

“A profecia bíblica sobre os últimos dias será cumprida. A história se repete. Assim como nos dias de Carlos Magno, a Alemanha está construindo o mesmo tipo de império que os papas governaram na Idade Média quando a igreja fugiu para o deserto. A Alemanha, por meio de seu secreto Grupo de Berlim, já está planejando ressuscitar uma ditadura novamente com uma única pessoa no comando de toda a Europa, que receberá grande poder e autoridade, mas que também terá forte fidelidade ao papa. 

Angela Merkel é muito forte hoje em dia porque apoia o papado, e o papado a apoia. Qualquer líder alemão em sua posição como chanceler, e que trabalhe tão avidamente para unir a Europa sob o modelo de Carlos Magno, teria forte apoio papal. 

A União Europeia é uma fronte que cobre as ambições alemãs, pois a Alemanha detém o controle da União Europeia. E, assim como Carlos Magno teve que passar por um mar de sangue a fim de se estabelecer como regente da Europa e estabelecer a religião católico-romana como a fé da Europa, assim também em um futuro próximo, aguardem, pois haverá mais derramamento de sangue para restaurar o Sacro Império Romano que só existe para ressuscitar a religião de Roma no império”.

Gospel Prime 

Nota: Muito interessante a análise dos fatos pelo teólogo consultado. Mas a maior ponte com a igreja romana atravessa o oceano, com a ex-américa protestante...

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Pela paz, Comunidade de Santo Egídio reúne religiões




08/09/12 – A Comunidade de Santo Egídio convidou judeus, árabes, budistas e cristãos católicos, ortodoxos, luteranos, anglicanos e protestantes, além de dirigentes políticos e empresariais para um encontro pela paz que decorre de hoje a terça-feira em Sarajevo.

A iniciativa que se realiza anualmente renova a assembleia que o Papa João Paulo II convocou em 1986 para a cidade italiana de Assis com o objetivo de juntar membros das principais religiões do mundo para rezarem pela concórdia.

Os principais momentos do programa dedicado ao tema “Viver juntos é o futuro - Religiões e Culturas em Diálogo” vão ser transmitidos em direto pelo site da comunidade católica sediada em Roma, que também disponibilizará textos e fotografias e relatará os passos mais importantes do encontro na rede social Twitter.

O encontro na capital da Bósnia-Herzegovina, que há 20 anos foi atingida pela guerra, começa com uma celebração católica na tarde de sábado, prosseguindo no dia seguinte com a sessão inaugural em que vai ser lida uma mensagem do Papa Bento XVI.

O presidente da Bósnia-Herzegovina, Bakir Izetbegović, e o arcebispo de Vrhbosna-Sarajevo, cardeal Vinko Puljić, integram a lista de oradores da cerimónia de abertura, em que também intervêm o patriarca da Igreja Ortodoxa Sérvia, o grande mufti da Bósnia-Herzegovina e o presidente da comunidade judaica do país.

O programa de domingo continua com discursos do primeiro-ministro de Itália, Mario Monti, e do seu homólogo da Costa do Marfim, Jeannot Ahoussou-Kouadio, bem como do responsável máximo do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy.

Os presidentes da Croácia e Montenegro, respetivamente Ivo Josipović e Filip Vujanović, e o fundador da Comunidade de Santo Egídio e atual ministro italiano para a Cooperação Internacional, Andrea Riccardi, vão também dirigir-se aos participantes.

Os 28 painéis contam com a intervenção de vários cardeais, entre os quais o vice-decano do Colégio Cardinalício, Roger Etchegaray, e o presidente do Conselho Pontifício dos Migrantes, Antonio Maria Vegliò.

Entre os mais de 20 prelados católicos que participam nos debates encontra-se o presidente do Conselho Pontifício da Família, D. Vincenzo Paglia, e o anterior responsável pelo Conselho Pontifício da Cultura, cardeal Paul Poupard.

A lista de responsáveis políticos, intelectuais, jornalistas e representantes de outras religiões compreende o conselheiro do primeiro-ministro do Paquistão para as minorias, Paul Bhatti.

No último dia, a 11 de setembro, 11 anos após o ataque às torres gémeas do World Trade Center em Nova Iorque, os membros das comunidades religiosas reúnem-se em locais separados no centro de Sarajevo para rezar, convergindo depois em procissão para uma praça onde serão proferidos discursos e testemunhos.

A leitura, assinatura e entrega do “Apelo pela Paz 2012” seguido na procissão final encerram o encontro.

A Comunidade de Santo Egídio, fundada em Itália no ano de 1968, é um movimento de leigos que, segundo a sua página, tem mais de 50 mil membros em 70 países dedicados à evangelização e à caridade.

Agência Ecclesia

Nota: 11 anos após o 11 de setembro, uma data muito sugestiva, ou melhor, "iluminada" para lutar pela paz... Quem tem entendimento, espere para ver o que vai acontecer.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Missão é para jovens



“A adolescência é um experimento social que falhou” – é o que afirma o doutor Robert Epstein em seu livro “Teen 2.0”. Para ele, a adolescência é uma invenção social e representa um período inútil de banalidades que quebra a continuidade natural entre a infância e a idade adulta.
Essa visão pessimista é confirmada quando vemos multiplicarem-se os casos de jovens bebendo, fumando, dirigindo, fazendo sexo, cometendo crimes, matando, e raramente demonstrando um comportamento responsável.
Nós herdamos boa parte de nossos conceitos de adolescência do psicólogo G. Stanley Hall e seu livro de 1883, “The Contents of Children’s Minds”. Ele criou o estereótipo do jovem rebelde, violento e irresponsável que perdura até hoje. E isso virou um ciclo: a sociedade os define assim e eles começam a agir de acordo com tal definição. O comportamento da juventude reflete a baixa expectativa da sociedade em torno deles. Se eles são tratados como bebês consumidores improdutivos, é assim que vão se comportar.
Realmente, eles não são maduros. Mas a maioria deles não está vivendo o seu verdadeiro potencial. Nós os subestimamos, e eles se conformam com isso. O modo como nós olhamos os adolescentes é equivocado, moldado mais por uma cultura pecaminosa que por uma visão bíblica.
Deus não tem uma visão tão pessimista dos jovens. A Bíblia e a história do cristianismo mostram que o Senhor usou e quer usá-los: “Há necessidade de jovens. Deus os chama aos campos missionários.” (Conselhos aos professores, pais e estudantes, 517) “Centenas de jovens se deviam ter preparado para desempenhar um papel na obra de espalhar a semente da verdade junto a todas as águas.” (Conselhos aos professores, pais e estudantes, 515). E o preparo deve ser rápido, pois “há uma grande obra a ser feita no mundo, uma grande obra a ser feita nos campos estrangeiros. Têm de ser estabelecidas escolas para que a juventude, as crianças e os de idade madura, possam ser educados o mais rápido possível para entrar nos campos missionários” (A Igreja Remanescente, p. 39).
Mais que um público a ser entretido, os adolescentes e jovens são um exército a ser treinado e enviado para a batalha. Mas a batalha é real e séria, não uma “brincadeira espiritualizada”. Os jovens devem receber missões que exijam o máximo deles. Dar-lhes tarefas leves é exatamente o oposto do que orienta a revelação divina. Eles são “mais aptos a suportar incômodos e fadigas”(Conselhos aos professores, pais e estudantes, 517) e “deviam ser pioneiros em todo empreendimento que exigisse fadiga e sacrifício, ao passo que os sobrecarregados servos de Cristo deviam ser prezados como conselheiros, para animar e abençoar os que têm de desferir os mais pesados golpes em favor de Deus.”(Conselhos aos professores, pais e estudantes, 517).
O discurso politicamente correto que deu origem a uma geração de adolescentes inúteis à sociedade, superprotegidos e isentos de responsabilidades não deve encontrar espaço na Igreja Adventista. Aqueles que hoje deveriam estar “desferindo os mais pesados golpes em favor de Deus” não podem ser cristãos raquíticos, indolentes, anões espirituais.
Devemos prepará-los e confiar-lhes “sérias responsabilidades” (Conselhos aos professores, pais e estudantes, 516). Segundo Ellen White, “Deus designou que eles fossem preparados em nossos colégios e mediante a associação no trabalho com homens experientes, de maneira que se achem preparados a ocupar lugares de utilidade nesta causa. Cumpre-nos mostrar confiança em nossos jovens.” (Conselhos aos professores, pais e estudantes, 516).
A juventude precisa superar essa névoa pessimista que envolve essa fase da vida. Como reformadores, não podemos aceitar passivamente que a sociedade defina nossos conceitos e valores. Ser missionário deve voltar a ser o sonho de nossas crianças, sonho que pode ser realizado já na juventude. “Ninguém despreze a tua mocidade” (1 Tm 4:12a).
 Isaac Malheiros Meira Junior é pastor

domingo, 9 de setembro de 2012

10 mil podem ter contraído vírus mortal nos EUA



Hantavírus
02/09/12 - Cerca de dez mil pessoas que se alojaram recentemente em cabanas do Parque Nacional de Yosemite correm risco de ter contraído um vírus mortal, informaram nesta sexta-feira os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos.

"As pessoas que se hospedaram nas Signature Tent Cabins (no acampamento Curry Village) entre os dias 10 de junho e 24 de agosto poderiam estar em risco de desenvolver o hantavírus nas próximas seis semanas", explicou o CDC em comunicado.

Nas últimas horas foram detectados pelo menos mais dois casos da doença que até agora provocou a morte de duas pessoas, elevando assim o número confirmado de infectados para seis, segundo as autoridades.

Outros supostos casos estão sendo atualmente investigados.

O CDC pediu a qualquer pessoa nessa situação para fazer exames médicos em caso de experimentar algum sintoma associado à síndrome pulmonar por hantavírus (HPS, na sigla em inglês), uma infecção pouco frequente, mas que pode chegar a ser fatal, sendo disseminada por ratos.

Os sintomas são fadiga, febre, dores musculares - especialmente em coxas, quadris e costas -, dor de cabeça, calafrios, enjoos, náuseas, vômitos, diarreia, dores abdominais e dificuldades para respirar.

Os roedores expulsam o vírus através da urina, dos excrementos e da saliva. Segundo a portal Medline Plus, pequenas gotas com o vírus podem flutuar no ar e os humanos podem contrair a doença se respiram esse ar infectado ou entram em contato com os roedores ou seus excrementos.

O portal acrescenta que a doença não é transmitida entre humanos.

Estima-se que a maioria das vítimas contraiu o vírus enquanto permaneceu em uma das 91 cabanas de Curry Village, que posteriormente foram fechadas ao público. No entanto, uma das vítimas pode tê-lo contraído em outra área do Parque.

Embora não exista cura contra o hantavírus, o tratamento após uma pronta detecção pode salvar vidas.

"Quanto antes se detectar e antes se receber o tratamento, maiores são as possibilidades de sobrevivência", disse a médica Vicki Kramer, do Departamento de Saúde Pública americano.

Em 2011, metade dos casos detectados de hantavírus nos EUA acabou em óbito. Desde 1993, quando o vírus foi identificado, a média de mortes em casos detectados é de 36%, segundo o CDC.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Remédio Adulterado


Morte na panela, ó homem de Deus! E não puderam comer. II Reis 4:40.
Mary Kellerman, de doze anos de idade, acordou mais cedo do que de costume, queixando-se de dor de garganta e de coriza. Seus pais deram-lhe um comprimido extraforte e a incentivaram para que fosse descansar. Às 7 horas, encontraram Mary moribunda, no piso do banheiro.
Antes que a semana terminasse, sete residentes da área de Chicago morreram depois de tomar aquele mesmo analgésico. Mais mortes ocorreriam. Ninguém desconfiou que o remédio não era seguro. Ninguém sonhava que alguém havia adulterado algumas cápsulas, adicionando a elas cianeto, um veneno tão mortal que causa a morte em minutos.
A tragédia desse analgésico nos conscientiza de quão vulneráveis realmente somos. Ninguém quer cair no engano de um maluco. Como nunca antes, percebemos que alguns enganos são terrivelmente fatais. Mas, como poderemos saber dos fatos? Como poderemos estar seguros?
As companhias farmacêuticas apressaram-se para colocar embalagens à prova de adulteração no mercado e, desesperadamente, tentaram restabelecer a confiança dos consumidores.
Com as forças do mal conquistando cada vez mais espaço nestes últimos dias da história humana, existirá alguma maneira de tornar nossa vida à prova de adulteração? Onde podemos encontrar proteção, hoje?
Um passo importante é entender a natureza do veneno, a natureza da ameaça. Por séculos, um engodo de âmbito mundial tem enganado a milhões. Um anjo caído tem adulterado a verdade com a venenosa falácia de que a obediência é desnecessária e sem importância. A questão é a autoridade de Deus. O motivo real de Satanás é encontrado na expressão “exaltarei o meu trono.”
Um trono implica governo. Indica autoridade real. Lúcifer queria usurpar a autoridade que pertence somente a Deus. Foi por isso que ele incitou o descontentamento entre os anjos. Submeter-se a Deus tornara-se um desgosto para ele. Satanás afirma que a lei de Deus é opcional, e que não precisamos submeter-nos a ela. É isso que tem envenenado tanto o nosso mundo hoje. A única solução é um coração completamente submetido à autoridade de Deus. Uma mente totalmente rendida à vontade de Deus, um coração no qual Cristo Jesus governa, supremo. Não tome o remédio errado.
Pr. Mark Finley – Sobre a Rocha.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

O melhor está por vir



“Haverá mãe que possa esquecer seu bebê que ainda mama e não ter compaixão do filho que gerou? Embora ela possa esquecê-lo, eu não me esquecerei de você!” Isaías 49:15, NVI
Eu admiro muito um personagem bíblico perseverante e em quem a esperança era tão latente, que poderíamos até chamá-lo de “esperança em pessoa”. Seu chamado foi singular à semelhança de muitos, este homem chamado Moisés tentou resistir. Contundo, diante do apelo divino, ele não pôde. Este homem começou quando muitos acham que já é hora de parar. Na verdade, é como se ele nadasse contra a correnteza. De todas as qualidades deste homem, a fé em algo melhor que estava por vir é a mais evidente.

Moisés passou por inúmeros reveses que poderiam transformar sua fé em poeira, começando pela recusa do faraó de libertar o povo hebreu, mesmo em meio às pragas. Depois, o próprio povo que, frente às circunstâncias probantes, atormentava o líder que Deus havia escolhido.

Assim foi quando o faraó aumentou o trabalho para o povo como forma de castigo por Moisés querer que eles fossem libertos. Assim foi diante do Mar Vermelho, quando eles pensaram que não haveria mais saída. Assim foi quando Moisés se ausentou ao subir no Monte Sinai para receber as tábuas da lei. Assim foi também quando reclamaram do maná e da falta de água. Imagine quantas outras situações difíceis Moisés deve ter passado.

Você pode se perguntar: Qual foi a motivação para este homem suportar tudo o que suportou? Hebreus 11:26 nos deixa claro que Moisés “contemplava uma recompensa”. Essa recompensa lhe havia sido prometida no ato de seu chamado e tinha a ver com a herança de todo o povo hebreu: uma terra que manava leite e mel, Canaã. Porém, quando lemos o último capítulo do livro que Moisés escreveu em Deuteronômio 34, vemos que Deus não deu a Moisés o que ele esperava. A recompensa que Deus tinha preparado para ele era infinitamente melhor, não a Canaã terrestre, mas a Canaã celestial.

Em determinados momentos da nossa vida, a letra de um hino, escrito por Jader Santos, parece ser bem propícia: “Mas ainda que demore ou mesmo que pareça, um dia prometi voltar e pronto estou a cumprir.”Amigo, não importa o que lhe aconteça, creio que nunca chegaremos nem perto de passar pelo que Moisés passou. Contudo, ele perseverou até o fim e recebeu mais do que esperava por isso. Estamos a um passo de receber do nosso mestre Cristo Jesus a recompensa. Não desanimemos, pois Ele não Se esqueceu de sua promessa. Ele nunca se esquecerá de nós. O melhor está por vir!

Emerson Boa Sorte, pastor