quinta-feira, 8 de março de 2012
Meditação Matinal
8 de março Quinta
Ele não tinha qualquer beleza ou majestade que nos atraísse, nada havia em Sua aparência para que O desejássemos. Isaías 53:2
É impressionante notar que os Evangelhos, que registram a vida e a morte de Jesus de Nazaré em quatro relatos diferentes, não apresentem nenhuma palavra que descreva Sua aparência física. Neles não encontramos nenhuma dica de Sua altura, feição, cor de pele ou cor dos olhos.
De tempos em tempos, os produtores de Hollywood decidem retratar Jesus. Para isso, selecionam sempre um ator de bela aparência. Eles, que atribuem tanto valor ao exterior, não conseguem imaginar que a Pessoa mais influente da história humana não tivesse uma aparência marcante.
Estão completamente errados. Em nenhum lugar dos Evangelhos, ou em qualquer outro lugar da Bíblia, lemos que as pessoas foram atraídas a Jesus por causa de Sua aparência. Muito pelo contrário. Isaías profetizou que o Messias não teria qualquer beleza ou majestade que atraísse os seres humanos, ou qualquer outra característica física que levasse homens e mulheres a desejarem estar com Ele.
O profeta Samuel, enviado por Deus para ungir o rei de Israel, precisou aprender essa lição. "Não considere sua aparência nem sua altura, pois Eu o rejeitei.
O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração" (1Sm 16:7). Assim, o Senhor desconsiderou todos os filhos mais velhos de Jessé, formosos como eram, e escolheu o mais jovem, Davi, um simples adolescente.
Jesus não foi uma estrela de Hollywood. Todas as evidências registradas na Bíblia levam a concluir que Sua aparência era comum. Um comentário de Ellen White, conforme relatado por membros da família, apoia essa conclusão. Ela indicou certo retrato de Jesus como a representação mais próxima daquilo que viu em visão. E nesse retrato Jesus não é uma estrela de Hollywood.
Jesus não tinha uma bela aparência, mas que vida! Essa, sim, foi cheia de beleza. Não foi majestoso fisicamente, mas que caráter! Nenhum ser humano jamais chegou perto de possuir Sua justiça majestosa, repleta de misericórdia, cheia de graça e de verdade.
"O Rei da Glória muito Se humilhou ao revestir-Se da humanidade. [...] Sua glória foi velada, para que a majestade de Sua aparência exterior não se tornasse objeto de atração. [...] Jesus Se propôs que nenhuma atração de natureza terrena levasse homens ao Seu lado. Unicamente a beleza da verdade celeste devia atrair os que O seguissem" (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 43).
Estrela de Hollywood?
Ele não tinha qualquer beleza ou majestade que nos atraísse, nada havia em Sua aparência para que O desejássemos. Isaías 53:2
É impressionante notar que os Evangelhos, que registram a vida e a morte de Jesus de Nazaré em quatro relatos diferentes, não apresentem nenhuma palavra que descreva Sua aparência física. Neles não encontramos nenhuma dica de Sua altura, feição, cor de pele ou cor dos olhos.
De tempos em tempos, os produtores de Hollywood decidem retratar Jesus. Para isso, selecionam sempre um ator de bela aparência. Eles, que atribuem tanto valor ao exterior, não conseguem imaginar que a Pessoa mais influente da história humana não tivesse uma aparência marcante.
Estão completamente errados. Em nenhum lugar dos Evangelhos, ou em qualquer outro lugar da Bíblia, lemos que as pessoas foram atraídas a Jesus por causa de Sua aparência. Muito pelo contrário. Isaías profetizou que o Messias não teria qualquer beleza ou majestade que atraísse os seres humanos, ou qualquer outra característica física que levasse homens e mulheres a desejarem estar com Ele.
O profeta Samuel, enviado por Deus para ungir o rei de Israel, precisou aprender essa lição. "Não considere sua aparência nem sua altura, pois Eu o rejeitei.
O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração" (1Sm 16:7). Assim, o Senhor desconsiderou todos os filhos mais velhos de Jessé, formosos como eram, e escolheu o mais jovem, Davi, um simples adolescente.
Jesus não foi uma estrela de Hollywood. Todas as evidências registradas na Bíblia levam a concluir que Sua aparência era comum. Um comentário de Ellen White, conforme relatado por membros da família, apoia essa conclusão. Ela indicou certo retrato de Jesus como a representação mais próxima daquilo que viu em visão. E nesse retrato Jesus não é uma estrela de Hollywood.
Jesus não tinha uma bela aparência, mas que vida! Essa, sim, foi cheia de beleza. Não foi majestoso fisicamente, mas que caráter! Nenhum ser humano jamais chegou perto de possuir Sua justiça majestosa, repleta de misericórdia, cheia de graça e de verdade.
"O Rei da Glória muito Se humilhou ao revestir-Se da humanidade. [...] Sua glória foi velada, para que a majestade de Sua aparência exterior não se tornasse objeto de atração. [...] Jesus Se propôs que nenhuma atração de natureza terrena levasse homens ao Seu lado. Unicamente a beleza da verdade celeste devia atrair os que O seguissem" (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 43).
Coisa alguma demasiado pequena
Poucos há que apreciem devidamente o precioso privilégio da oração, ou dele se prevaleçam. Devemos ir a Jesus e contar-Lhe todas as nossas necessidades. Podemos levar-Lhe nossos pequeninos cuidados e perplexidades, assim como as dificuldades maiores. O que quer que surja para nos preocupar ou embaraçar, devemos levá-lo ao Senhor em oração.
Perdemos muitas bênçãos preciosas por deixar de levar nossas necessidades e cuidados e tristezas ao nosso Salvador. É Ele o maravilhoso Conselheiro. Observa a Sua igreja com intenso interesse, e com o coração cheio de terna simpatia. Penetra na profundeza de nossas necessidades. Mas nossos caminhos nem sempre são os Seus caminhos. Ele vê o resultado de cada ação, e nos pede para confiarmos pacientemente em Sua sabedoria, não nos planos, supostamente sábios, de nossa própria fatura.
Não cesseis de orar. Se a resposta demora, esperai por ela. Coloque todos os vossos planos aos pés do Redentor. Ascendam a Deus vossas orações insistentes. Se for para glória do Seu nome, ouvireis as suaves palavras: “Seja-te feito segundo a tua palavra.”
Não podemos jamais cansar a Cristo por nossas súplicas sinceras. Não confiamos em Deus quanto devíamos. Deixemos por dizer qualquer palavra de queixume. Falemos de fé e ânimo enquanto esperamos por Deus. … Tende medo de duvidar, para que isso não se torne um hábito que destrua a fé. O trato do Pai celestial pode parecer escuro, misterioso e inexplicável; não obstante nEle devemos confiar.
Oh, quão precioso é Jesus à pessoa que nEle confia! Muitos, porém, andam em trevas porque enterram a fé na sombra de Satanás. … Nunca, nem por um instante, devemos permitir que Satanás pense que seu poder de aborrecer e afligir seja maior do que o poder de Cristo de suster e fortalecer.
Toda oração sincera que se faça, vai misturada com a eficácia do sangue de Cristo. Se a resposta demorar, é porque Deus deseja que mostremos uma santa ousadia em pedir a empenhada palavra divina. Fiel é Aquele que prometeu. Jamais abandonará uma vida inteiramente rendida a Ele.
Ellen G. White, Caminho a Cristo, pág 72.
quarta-feira, 7 de março de 2012
O desafio da inteligência artificial
O termo inteligência artificial geralmente desperta a curiosidade das pessoas. Livros e filmes vêm sendo produzidos há décadas e nos fazem pensar como seria viver em uma realidade em que máquinas feitas pelo homem seriam capazes de pensar e agir de maneira autônoma, realizando os trabalhos mais difíceis e até mesmo tendo emoções, como na famosa história de Isaac Asimov, O Homem Bicentenário. A ideia de automatizar tarefas humanas não é novidade. Blaise Pascal foi um dos primeiros a construir uma máquina calculadora, em 1642, para ajudar seu pai em um escritório de coleta de impostos. O americano Herman Hollerith inventou, em 1880, uma máquina capaz de processar dados baseada na separação de cartões perfurados.
Os computadores atuais começaram a surgir na década de 1940, em pesquisas militares. A partir daí, com o rápido avanço da área, um novo mundo de possibilidades abriu-se para a humanidade. E com isso as especulações do que seria possível conseguir nas próximas décadas. Nessa mesma época, o escritor russo Isaac Asimov escreveu uma série de contos que deu origem, entre outros, ao livro Eu, Robô, no qual foram estabelecidas as três leis da robótica, como condição de coexistência dos robôs com os seres humanos e como prevenção de qualquer perigo que a inteligência artificial pudesse representar à humanidade.
No entanto, apesar de ter surgido há várias décadas, a área da computação conhecida como inteligência artificial forte, que busca criar seres artificiais inteligentes, contrariando as previsões que acompanharam seus primórdios, não conseguiu criar um sistema artificial dotado da capacidade de inteligência da maneira como ela ocorre nos seres vivos, nem tampouco a capacidade de ser autoconsciente.
O pesquisador Marvin Minsky é co-fundador do laboratório de inteligência artificial do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e autor de diversos artigos e livros sobre o tema e suas implicações filosóficas. Minsky defende a ideia de que regras e representações são a natureza da mente, passíveis, portanto, de uma reprodução artificial por um computador. No entanto, após décadas de pesquisas, os estudos não alcançaram o sucesso esperado. Minsky explica que os computadores atuais podem fazer cálculos complexos, no entanto, não conseguem realizar atividades simples que uma criança de quatro anos consegue: “Computadores podem resolver equações diferenciais, mas não conseguem entender uma simples historinha infantil. Podem vencer pessoas no xadrez, mas não são capazes de encher o seu copo”, diz Minsky.
Hubert Dreyfus é professor de filosofia na Universidade da California e estuda as implicações da Inteligência Artificial. Em um de seus livros, What Computers Can’t Do (1972), Dreyfus argumenta que a consciência não pode ser adquirida por sistemas baseados em regras ou lógica. O conhecimento das pessoas consiste também naquilo que elas sabem sem saber que sabem e aquilo que nunca foi aprendido, como, por exemplo, “que as pessoas se movem mais facilmente para a frente do que para trás, ou que se se entornar água em cima da toalha ela passará para as pernas de quem está por baixo”.
A questão é: se e como é possível ensinar esse tipo de informação a uma máquina. Como é possível fazer um ser artificial ter bom senso, ser amável, ter iniciativa, senso de humor, distinguir o certo do errado, cometer enganos e criar algo realmente novo?
Outro ramo de estudos, conhecido como inteligência artificial fraca, não tem como objetivo direto a criação de seres artificiais, mas utiliza técnicas de inteligência para lidar com problemas complexos. Diversas abordagens são inspiradas em processos químicos e biológicos.
Uma dessas técnicas, conhecida como algoritmos genéticos, reproduz artificialmente alguns processos da teoria da evolução proposta por Darwin. Nessa técnica, grosso modo, um problema complexo é escolhido e diversas soluções candidatas ao problema são colocadas num cenário artificial, onde as melhores soluções sobrevivem para a próxima geração. Depois de algumas gerações, a expectativa é de que a melhor de todas as soluções para o problema seja encontrada. Os algoritmos genéticos funcionam bem para diversos problemas matemáticos, no entanto, alguns pesquisadores apontam deficiências na técnica. Os critérios na definição dos parâmetros do programa não são muito claros, como, por exemplo, o percentual de cruzamento e de mutação que vai ocorrer em cada geração.
Se ocorre muita mutação, perdem-se bons indivíduos e não se consegue resolver o problema. No entanto, se ocorre pouca mutação, é possível que o programa aponte uma solução ruim como sendo a melhor de todas, pois não conseguiu avaliar todas as possibilidades. De fato, não existe um valor universal para esses parâmetros, que seja aplicável para todos os problemas do mundo. Esse valor tem que ser ajustado, como que por tentativa e erro, de acordo com o problema em questão. Diversos outros parâmetros dos algoritmos genéticos são igualmente complexos de serem implementados. Para alguns problemas, outras técnicas matemáticas são mais fáceis e menos custosas de ser implementadas.
Essas questões, apesar de não se relacionarem diretamente na construção de seres inteligentes artificiais, nos mostram como é complexa a reprodução computacional de processos facilmente explicados por outras áreas da ciência, como física e a biologia.
O cérebro humano contém cerca de cem bilhões de neurônios, ligados por mais de dez mil conexões sinápticas cada. Apesar do rápido avanço científico, muito do funcionamento do cérebro continua um mistério. Será que o cérebro humano será capaz um dia de decifrar seus próprios e intrigantes enigmas, e reproduzi-los artificialmente?
Jovem saudável é mais feliz do que o que bebe e fuma
O jovem que leva uma vida saudável é mais feliz do que aqueles que insistem em comer comida industrializada e manter hábitos ilegais para a sua idade, como consumir bebidas alcoólicas e fumar cigarros. É o que concluiu um levantamento com adolescentes de dez a 15 anos, realizado pelo Economic and Social Research Council, da Inglaterra. A pesquisa tem como base informações de um estudo de longo prazo realizado em 40 mil lares britânicos financiados pelo ESRC, que analisou as respostas de 5 mil jovens a respeito de seus comportamentos relacionados a saúde e níveis de felicidade. Os resultados mostraram que:
- Os jovens que nunca beberam qualquer bebida alcoólica tinham entre quatro a seis vezes mais chances de ter níveis mais elevados de felicidade do que aqueles que relataram algum consumo de álcool.
- Jovens que fumavam eram cerca de cinco vezes menos propensos a ter pontuações altas de felicidade em comparação com aqueles que nunca fumaram.
- Maior consumo de frutas e hortaliças e menor consumo de batatas fritas, doces e refrigerantes foram ambos associados com a alta felicidade.
- Quanto mais horas os jovens gastavam com esportes por semana, mas felizes eles apareciam.
Pesquisadores do Instituto de Pesquisa Social e Econômica da Universidade de Essex, no Reino Unido, acreditam que os dados mostraram que os comportamentos não saudáveis, como fumar, beber álcool e o sedentarismo estão intimamente ligados com índices de felicidade mais baixos entre os adolescentes, mesmo quando fatores sócio-demográficos, tais como sexo, idade, renda familiar e escolaridade dos pais são levados em conta.
Ao menos, 12% dos jovens de 13 a15 anos de idade declararam que fumavam em comparação com 2% entre os de dez a 12 anos. Os números de consumo de álcool foram ainda mais impressionantes: 8% das crianças de dez a 12 anos de idade relataram ter tomado uma dose de bebida alcoólica no último mês, subindo para 41% entre os adolescentes de 13 a 15 anos.
A pesquisa mostrou também que entre os de 13 e 15 anos, quando os jovens têm mais autonomia sobre suas escolhas de estilo de vida, o consumo de alimentos torna-se menos saudável e o hábito de fazer exercícios se reduz.
Apenas 11% dos que tinham 13 a15 anos relataram o consumo de cinco ou mais porções de frutas e legumes por dia e mesmo entre os de dez a 12 anos de idade menos de um quinto relatou comer frutas e legumes na mesma proporção.
Cara Booker, um dos coautores da pesquisa, disse que a pesquisa mostra “que os jovens de qualquer espectro social não estão comendo alimentos saudáveis, nem tendo dietas equilibradas, e estão começando a consumir álcool na tenra idade”.
Ajudar os jovens a reduzir escolhas prejudiciais à saúde, como começar a tomar decisões independentes, são importantes para reduzir o número de adultos em risco de doença crônica e com pouca saúde relacionados com seus comportamentos.
- Os jovens que nunca beberam qualquer bebida alcoólica tinham entre quatro a seis vezes mais chances de ter níveis mais elevados de felicidade do que aqueles que relataram algum consumo de álcool.
- Jovens que fumavam eram cerca de cinco vezes menos propensos a ter pontuações altas de felicidade em comparação com aqueles que nunca fumaram.
- Maior consumo de frutas e hortaliças e menor consumo de batatas fritas, doces e refrigerantes foram ambos associados com a alta felicidade.
- Quanto mais horas os jovens gastavam com esportes por semana, mas felizes eles apareciam.
Pesquisadores do Instituto de Pesquisa Social e Econômica da Universidade de Essex, no Reino Unido, acreditam que os dados mostraram que os comportamentos não saudáveis, como fumar, beber álcool e o sedentarismo estão intimamente ligados com índices de felicidade mais baixos entre os adolescentes, mesmo quando fatores sócio-demográficos, tais como sexo, idade, renda familiar e escolaridade dos pais são levados em conta.
Ao menos, 12% dos jovens de 13 a15 anos de idade declararam que fumavam em comparação com 2% entre os de dez a 12 anos. Os números de consumo de álcool foram ainda mais impressionantes: 8% das crianças de dez a 12 anos de idade relataram ter tomado uma dose de bebida alcoólica no último mês, subindo para 41% entre os adolescentes de 13 a 15 anos.
A pesquisa mostrou também que entre os de 13 e 15 anos, quando os jovens têm mais autonomia sobre suas escolhas de estilo de vida, o consumo de alimentos torna-se menos saudável e o hábito de fazer exercícios se reduz.
Apenas 11% dos que tinham 13 a15 anos relataram o consumo de cinco ou mais porções de frutas e legumes por dia e mesmo entre os de dez a 12 anos de idade menos de um quinto relatou comer frutas e legumes na mesma proporção.
Cara Booker, um dos coautores da pesquisa, disse que a pesquisa mostra “que os jovens de qualquer espectro social não estão comendo alimentos saudáveis, nem tendo dietas equilibradas, e estão começando a consumir álcool na tenra idade”.
Ajudar os jovens a reduzir escolhas prejudiciais à saúde, como começar a tomar decisões independentes, são importantes para reduzir o número de adultos em risco de doença crônica e com pouca saúde relacionados com seus comportamentos.
Todos os pecados são iguais aos olhos de Deus?
Embora a essência de todos os pecados seja sempre a mesma (alienação de Deus), existem algumas realidades que nos impedem de aceitar a teoria de que todos os pecados são iguais aos olhos de Deus. Uma delas é o processo pelo qual a tentação se transforma em pecado.Esse processo é geralmente composto pelos seguintes estágios: atenção, consideração, desejo, decisão, planejamento e ação. Uma vez que o grau de envolvimento nesse processo pode variar de intensidade, não podemos afirmar que o pecado de alguém que teve apenas um
desejo pecaminoso momentâneo, seja tão ofensivo a Deus como o pecado premeditado de Davi com Bate-Seba (ver 2Sm 11).
desejo pecaminoso momentâneo, seja tão ofensivo a Deus como o pecado premeditado de Davi com Bate-Seba (ver 2Sm 11).
Que Deus não considera todos os pecados iguais é evidente também no fato de o próprio Deus haver prescrito diferentes sacrifícios no Antigo Testamento para a expiação dos diferentes pecados (ver Lv 1 a 7). Além disso, se todos os pecados fossem iguais, como querem alguns, por que deveriam os ímpios ser punidos no juízo final, “segundo as suas obras” (Ap 20:11-13)? Por que alguns haveriam de ser castigados, naquele juízo, “com muitos açoites” e outros com “poucos açoites” (Lc 12:47-48)? Se os pecados fossem iguais, não receberiam todos o mesmo castigo?
Mas a despeito dos pecados serem distintos entre si, todos eles refletem a mesma essência maligna da alienação de Deus. Isso significa que, por mais insignificante que determinado pecado possa parecer, ele é suficientemente ofensivo para excluir o pecador do reino de Deus.
Fonte: Alberto Timm, Sinais dos Tempos, março/abril de 2000. p. 21.
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