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terça-feira, 6 de março de 2012

Jovem de Goioerê participa de gravação para "Provai e Vede"



ETELIANE BARBOZA SE FORMOU EM PEDAGOGIA COMO MELHOR ALUNA DA CLASSE MESMO FALTANDO ÀS AULAS NA SEXTA-FEIRA À NOITE

A Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia (DSA) está realizando diversas gravações de testemunhos sobre fidelidade e mordomia cristã. Um destes testemunhos foi gravado em Goioerê, interior paranaense. A jovem Eteliane Barboza, esposa do pastor Olímpio Barboza, contou sua história de amor a Deus no dia 07 de fevereiro para os cinegrafistas vindos de Brasília (DF) e Porto Alegre (RS).
Para conseguir se formar em pedagogia, a jovem enfrentou dificuldades com as aulas na sexta-feira à noite e aos sábados. Passou por perseguições, mas conseguiu ser um testemunho da verdade na faculdade onde estudou. Ela se formou como melhor aluna da classe e não pôde receber o prêmio, porque a colação de grau foi numa sexta-feira.
"Vale a pena ser fiel a Deus. O sábado pra mim significa um momento com o meu Criador. Quando entrei na faculdade tinha o objetivo de aproveitar todas as oportunidades para falar do amor de Jesus e testemunhar da minha fé. Entreguei vários folhetos e tive a alegria de ver uma das minhas amigas sendo batizadas", conta a jovem.
A dupla de cinegrafistas continuou as gravações na Argentina. Além de Goioerê, Curitiba e Balneário Camboriú fizeram parte dos roteiros do projeto. O vídeo será utilizado no momento de reflexão que precede o recolhimento dos dízimos.

A Posição da Igreja Adventista quanto a Dependência Química


A Igreja Adventista do Sétimo Dia, organizada oficialmente em 1863, tratou no início de sua história do uso de fumo e bebidas alcoólicas.
A igreja condenou o uso de ambos como destrutivos à vida, à família e à espiritualidade. Adotou, na prática, uma definição de temperança que enfatizava “total abstinência do que é prejudicial, e uso cuidadoso e judicioso daquilo que é bom”.
A posição da igreja com respeito ao uso do álcool e do fumo não mudou. Em décadas recentes, ela tem promovido ativamente a educação antiálcool e antidrogas dentro da igreja, e, em união com outras agências, tem educado a comunidade mais ampla na prevenção do alcoolismo e dependência de drogas.
A igreja criou um “Programa para Deixar de Fumar” no início da década de 1960 que teve um alcance mundial e tem ajudado dezenas de milhares de Fumantes a se libertarem do vício. Originalmente conhecido como “Plano para Deixar de Fumar em Cinco Dias”, pode ser considerado o mais bem-sucedido de todos os programas antitabágicos.
A criação em laboratórios de centenas de novas drogas e a redescoberta e popularização de antigas substâncias químicas naturais como a maconha e a cocaína agravou um problema outrora simples e apresenta um crescente desafio à igreja e à sociedade. Em uma sociedade que tolera e mesmo promove o uso de drogas, o vício é uma crescente ameaça.
Redobrando seus esforços no campo da prevenção da dependência, a igreja está desenvolvendo novos currículos para suas escolas e programas de apoio para ajudar os jovens a permanecer abstinentes.
A igreja está também procurando ser uma voz influente em chamar a atenção da mídia, das autoridades públicas e dos legisladores para o dano que a sociedade está sofrendo com a contínua promoção e distribuição do álcool e do fumo.
A igreja continua crendo que a instrução de Paulo em I Coríntios 6:19 e 20 é aplicável ainda hoje: “o nosso corpo é o santuário do Espírito Santo”; devemos glorificar a Deus em nosso corpo. Pertencemos a Deus e somos testemunhas de Sua graça. Devemos esforçar-nos para estar na melhor forma, física e mental, a fim de que possamos desfrutar Sua comunhão e glorificar o Seu nome.
Esta declaração foi liberada pelo então presidente da Associação Geral, Neal C. Wilson, após consulta com os 16 vice-presidentes mundiais da Igreja Adventista, em 5 de julho de 1990, durante a assembléia da Associação Geral realizada em Indianápolis, Indiana.
Fonte: Declarações da Igreja

segunda-feira, 5 de março de 2012

Devemos orar somente a Deus o Pai, em nome de Cristo, ou podemos orar também ao próprio Cristo?



Cristo orava sempre e exclusivamente ao Seu Pai (Mt 11:25 e 26; 26:39, 42; Lc 23:34, 46; Jo 12:27 e 28; 17:1-26). Quando indagado por Seus discípulos a respeito de como deveriam orar, Ele os ensinou a também se dirigirem diretamente ao Pai (ver Lc 11:1-4; Mt 6:5-13). Mas, além disso, os discípulos foram instruídos a orarem ao Pai, em nome de Cristo. Em João 15:16 o próprio Cristo afirmou: “…a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em Meu nome, Ele vo-lo conceda.” E João 16:23 complementa essas palavras com a declaração: “Em verdade, em verdade vos digo, se pedirdes alguma coisa ao Pai, Ele vo-la concederá em Meu nome.”
Mas as orientações de que devemos nos dirigir ao Pai em nome de Cristo não excluem a possibilidade de também orarmos diretamente a Cristo. Em João 14:13 e 14 o próprio Cristo fala de “pedirdes em Meu nome” e de “Me pedirdes”. Assim, não é de se surpreender que Estêvão haja orado: “Senhor Jesus, recebe o meu espírito!” (At 7:59), e que a última oração das Escrituras seja: “Amém. Vem, Senhor Jesus!” (Ap 22:20). Mas essa possibilidade só é aceitável pelo fato de Cristo ser plenamente Deus e digno de adoração (Cl 2:9; Fp 2:10 e 11).
Fonte: Alberto Timm, Sinais dos Tempos, agosto de 1999, p. 29.

domingo, 4 de março de 2012

Que princípios os cristãos devem levar em consideração na escolha da música?


Toda música reflete componentes básicos da cultura ou subcultura em que foi concebida, bem como dos valores pessoais e, em certos casos, até mesmo o estilo de vida do seu compositor. Isso significa que cada música transmite uma mensagem aos seus ouvintes. Essa mensagem pode ser enunciada explicitamente através de uma letra específica ou, simplesmente, comunicada às emoções dos ouvintes através da combinação de sons.
Em sua obra How Should We Then Live?, Francis A. Schaeffer demonstra como a música contemporânea tem refletido a cosmovisão e os valores existenciais do homem contemporâneo (The Complete Works of Francis A. Schaeffer, 2.ª ed., vol. 5, págs. 195-209). Conflitos interiores, egocentrismo, sensualismo e abandono de padrões morais são alguns dos valores popularizados por grande parte da música moderna. Já desde a mais tenra idade, as crianças de nossa sociedade têm sido inescrupulosamente estimuladas, em nome da cultura e da popularidade, a substituir os valores morais do cristianismo tradicional pelo sensualismo de inúmeras canções populares, entoadas como melodias repetitivas e ritmos eletrizantes.
Embora o cristão seja ao mesmo tempo um cidadão deste mundo e do reino de Deus (ver Mt 22:21), ele não pode se esquecer de que sua cidadania celestial tem precedência sobre sua cidadania terrestre (Mt 6:33; Jo 17:14-16). Mesmo não tendo que romper com toda a música secular, o cristão deve ter em mente que o fato de uma música ser popular e culturalmente aceita não significa necessariamente que ela seja apropriada, pois nem sempre a maioria está correta. A cultura popular deve ser aceita apenas até o ponto em que não conflite com os valores bíblicos. Quando tal conflito surge, o verdadeiro cristão não hesita em romper com os componentes antibíblicos de sua própria cultura, pois, de acordo com o conceito apostólico, “antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At 5:29).
O subjetivismo dos gostos pessoais e o apelo da cultura popular devem ser subjulgados e reeducados em conformidade com os princípios normativos da Palavra de Deus. Não apenas a letra de uma música, mas também os estímulos da própria música sobre as emoções dos ouvintes devem ser cuidadosamente analisados. O rei Salomão nos adverte: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Pv 4:23).

sexta-feira, 2 de março de 2012

Campori de Jovens da USB 2012

Boa tarde galera!
Lançamento do Campori de Jovens da USB 2012.
Aguardem mais informações.

Antony Flew: a história do ateu mais influente do Século XX que se converteu através da ciência



O ex-ateu Antony Flew, que faleceu em 2010 aos 87 anos, era conhecido por seu ativismo contra a fé. Entre os ateus, era considerado o “Papa dos ateus” e muitos estudiosos e filósofos gostam de ilustrar sua influência comparando-o a Richard Dawkins, o mais famoso ateu da atualidade, dizendo que ele foi no século XX, o que o famoso ateu inglês é hoje para os ateus: um símbolo.
Porém, em 2004, ao abandonar o ateísmo, ele se tornou o maior exemplo dos religiosos que se importam com o debate sobre fé e ciência.
Em 2007, escreveu o livro “Há um Deus”, onde afirmava sua admiração pelo cristianismo, classificando como a religião que “mais claramente merece ser honrada e respeitada”, ressaltando também a influência do apóstolo Paulo na formação das bases conhecidas do cristianismo hoje, a quem classificava como “intelectual”.
No livro “Deus Existe”, Flew relata em parceria com Roy Abraham Yarghese que sua conversão se deu da forma mais convincente para um ateu: através da ciência. Um grande exemplo costumeiramente usado por filósofos ateus para refutar a teoria da criação, é a teoria do big-bang. Porém, para Flew, após anos de estudo e reflexão, a própria teoria do big bang era a prova do que o livro de Gênesis relata.
Em seus relatos, Antony Flew, que era filho de um pastor anglicano afirmava que sua busca por respostas na ciência, o levou à crença em Deus: “Segui a razão até onde ela me levou. E ela levou-me a aceitar a existência de um Ser auto-existente, imutável, imaterial, onipotente e onisciente”.
Richard Dawkins, o ateu mais conhecido mundialmente deste século, recentemente negou ser ateu, afirmando ser agnóstico, pois exceto por detalhes, ele não poderia ter certeza da inexistência de Deus: “Eu estou convicto de 6,9 em cada 7 das minhas crenças… Eu acho que a possibilidade de existir um Criador sobrenatural é muito, mas muito baixa”, afirmou, sem certeza.

quinta-feira, 1 de março de 2012

S.O.S – Quando as Crises Abalam a Casa


Deus criou o casamento e as relações conjugais com o objetivo de que o homem fosse feliz; e para que fosse ainda mais feliz traçou interações saudáveis e funcionais no seguinte pensamento: “Não é bom que o homem esteja só [...]” e assim colocou a seu lado uma ajuda adequada. O convite para se converter em um sistema familiar básico chega nas seguintes palavras: “Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne.” (Gn 2:18-24) 1.
O estranho do caso é que esse projeto divino para a humanidade que chamaremos de “convivência” se tornou um dos maiores problemas para as igrejas; problema que se traduz em amargura, confusão, confito, alienação e, por fim, inúmeras atitudes disfuncionais.
As estatísticas a respeito do divórcio apresentam notícias não muito alentadoras. Vemos que as possibilidades de que o primeiro casamento acabe em divórcio, no período de 40 anos, são de 67%. A metade dos divórcios ocorre durante os primeiros sete anos. Há também estudos que mostram que o índice de divórcios para o segundo casamento é 10% maior em relação ao primeiro casamento 2.
Esses problemas são enfrentados pelos casais jovens, maduros, por crentes e outros totalmente agnósticos; todos provenientes das diversas classes socio-econômicas, mas todos com falhas estruturais.
Desejamos apresentar quatro propostas que encontramos em nosso trabalho clínico e que podem ajudar os casais.
1. Evite os mitos na relação quanto ao que deve ser a felicidade conjugal
Observamos em sessões de terapia familiar que os casais convivem com fundamentos sustentados por uma porcentagem significativa de mitos; esses mitos são falsos e destrutivos.
Muitos casais recém-casados dizem: “Nós sempre seremos felizes e, com a ajuda de Deus, nunca teremos confitos”. Porém, os casais felizes não têm uniões perfeitas. Assim sendo, imagine o que passa pelas mentes dos recém-casados que sentem que o mundo desaba diante de sua primeira briga.
Há ainda muitos outros mitos. Por exemplo, o que diz: “A habilidade da boa comunicação e a resolução de confitos ajudam os casais”. Isso é verdade para os casais que desfrutam de uma boa “ginástica emocional” diária e que, segundo Gottman, são de categoria olímpica 3.
Outro mito destrutivo é o que diz que os problemas de personalidade é que arruínam o casamento.
Há também o que diz que as atividades afins unem mais os casais. Tudo isso é mito. Quando há consciência de que não passam de mitos difíceis de serem derrubados é que têm início as mudanças mediante a ajuda de Deus.
2. Não subestime as pequenas brigas
Observamos que os casais minimizam seus pequenos confitos desde o namoro e isso, pela repetição, se solidifica com o tempo até que se formam estruturas comportamentais com as quais se tem de conviver por anos. Mais tarde se tornam em obstáculos para a felicidade e para a adequada administração dos conflitos conjugais normais.
Temos visto que há, pelo menos, três tipos de casais: os que brigam quase todos os dias; os que brigam semanalmente, de duas a três vezes; e os que parecem que nunca brigam. Desses, os que têm maiores chances de naufragar são os que parecem nunca brigar, seguidos por aqueles que brigam diariamente. Por quê? Não fazem caso do que a Bíblia diz: “Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que devastam os vinhedos, [...].” (Ct 2:15)
Se os pequenos confitos fossem enfrentados como a Bíblia orienta: “Caso se irem, não se deixem levar ao pecado nem permitam que a noite os encontre ainda irados.” (Ef 4:26) 4, o efeito cumulativo e sua posterior carga não derrubariam a estrutura conjugal. Siga a Bíblia, mas se não der resultado e já passou mais de uma semana, é hora de tomar a decisão de investir tempo e recursos para buscar ajuda profissional.
3. Busque ajuda profssional especializada o quanto antes
Muitas vezes, chegam a nosso consultório casais que vêm para ver o que “pode ser feito” por eles, ou apenas para “um pequeno conselho” que os ajude. O problema é que muitas vezes a relação já submergiu; não viram a tempo o “sinal” que anunciava que algo não ia bem e que deveriam tomar medidas rápidas. Gottman chama esses “sinais” de “os quatro cavaleiros do Apocalipse”.
O primeiro deles são as críticas. É bom saber que há diferenças entre as queixas e as críticas; a primeira está focada nos comportamentos específicos; a crítica envolve culpa e difamação. O segundo cavaleiro é a depreciação. Sinais dessa conduta são o sarcasmo, o ceticismo, os insultos, as gozações e o humor hostil. O terceiro cavaleiro é a atitude defensiva, ou seja, culpar o cônjuge por nossas desgraças. Por fim, o quarto cavaleiro, é a atitude evasiva que é mais comum entre os homens. Atente para estes sinais.
4. No casamento os problemas não são conjugais, mas pessoais
Muitas vezes os casais perdem toda a objetividade e entram em desespero: “Pastor, creio que acabou”. Quem não dirá o mesmo, se a lente com a qual olha sua relação deteriorada é a dos preconceitos pessoais, somados aos mitos? Quando você se uniu a seu cônjuge, veio com sua visão pessoal da vida, seus próprios costumes e estilo de vida particular.
Isso sem falar nos problemas pessoais e situações traumáticas que cada um carrega e que, talvez, nunca foram tratados. Eis aqui a importância do preparo pré-nupcial, dirigido por especialistas, que ajuda a cada um dos noivos a ver seus pontos fortes e fracos a fim de estar apto a enfrentar o casamento. Consciente das desigualdades o casal estará em melhores condições de enfrentar as diferenças e deixar de lançar a culpa na relação, ou pior, no outro.
Atentemos ainda para o que o apóstolo escreveu: “[...]eu digo a todos vocês que não se achem melhores do que realmente são. Pelo contrário, pensem com humildade a respeito de vocês mesmos, e cada um julgue a si mesmo conforme a fé que Deus lhe deu.” (Rm 12:3)5
Conclusão
Resumindo, lembremos que sem trabalharmos adequadamente os mitos, deixando de subestimar os pequenos confitos aparentemente inofensivos, sem buscarmos a ajuda profissional a tempo e não depois, e nos lembrarmos que o problema não é a relação conjugal mas nossos próprios problemas pessoais não solucionados, não estaremos nos colocando no devido caminho na rota da felicidade e da compreensão no casamento.