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quarta-feira, 30 de março de 2011

Meditação para 31 de março - Quinta


A Graça de Deus Não Foi Dada em Vão


Eu não sou digno de ser incluído neste círculo íntimo de pessoas, como vocês bem sabem, tendo desperdiçado todos aqueles anos para apagar do mapa a existência da igreja de Deus. Mas como Deus foi tão gracioso, muito generoso, aqui estou eu. E eu não vou deixar que a graça de Deus me seja dada em vão. 1 Coríntios 15:9, 10, The Message

Há um pequeno vocábulo implícito neste texto: “se”. Quase todas as vezes que o pronunciamos, o fazemos em tom de mágoa e tristeza. Repetimos o “se” quando perdemos uma oportunidade ou depois de fazermos uma escolha da qual nos arrependemos. Se tivesse chegado mais cedo; se vivesse em outra cidade; se tivesse ido; se tivesse ficado; se tivesse começado; se tivesse terminado... E assim por diante, numa ladainha sem fim.

O “se” nunca vai abrir uma porta que a negligência ou o pecado fechou. Não vai trazer de volta o dia, o lugar, nem as pessoas.

Quando Paulo escreveu essas palavras, por volta do ano 55 d.C., isto é, mais ou menos vinte anos depois de sua conversão, ele ainda lamentava o que havia feito antes de conhecer a Cristo, e pela maneira desafiante como tinha estado em oposição a Deus. Disse aos seus irmãos de Corinto: “Vejam só como foi minha vida antes de conhecer a Cristo.”

Alguns também levam o peso de erros cometidos antes e até mesmo depois de terem se encontrado com Jesus, e dizem: “Olha só que coisa horrível eu fiz. Não acredito que tenha feito isso!”

Você já parou diante do espelho depois de estar arrependido pelo que disse ou pelo que fez, e se insultou dizendo: “Seu estúpido! Seu insensível! Quando é que você vai aprender? Ó, meu Deus, por que é que eu sou assim?”

Podemos começar este dia fazendo uma de duas escolhas: (1) viver a realidade dos fracassos e erros de ontem, ou (2) viver na presença da graça de Deus. Para isso, precisamos remover a barreira entre o “eu ideal” e o “eu real”, decidir que Deus está do nosso lado e perdoar a nós mesmos.

Nossa maneira de viver hoje poderá ser motivo de satisfação e celebração amanhã – ou motivo de mágoa e lamento.

Paulo aceitou o perdão de Deus e decidiu se perdoar pelo que tinha feito. Você também não precisa carregar seu fardo nem por um minuto mais.

Receba o abraço de Deus e diga como Paulo: “Pela graça de Deus sou o que sou.” Estou reconciliado com Ele. Sou herdeiro do reino.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Meditação para 26 de fevereiro - Sábado


Vestes de Salvação

É grande o meu prazer no Senhor! Regozija-se a minha alma em meu Deus! Pois Ele me vestiu com as vestes da salvação. Isaías 61:10

Você já se colocou alguma vez diante do seu guarda-roupa e, com toda a variedade de roupas para vestir, perguntou-se: “Que roupa vou usar?”

No tempo de Mao Tse-tung, todos os chineses andavam uniformizados usando uma boina e um casaco azul-esverdeado. Foi cair o líder, e houve uma explosão de cores. O povo vestiu aquilo que havia tempo queria usar.

Quando se usa um uniforme, não há estresse, nem escolha. Você precisa vesti-lo, goste ou não goste.

A roupa é mais do que uma proteção do clima ou artefato para conservar nossa modéstia. Vestimo-nos para nos sentir melhores e usamos roupas de que gostamos, para acentuar ou para dissimular aspectos de nosso físico.

Vestimo-nos também para melhorar nossa autoimagem. Na cor e no modelo que você quiser, a camisa, a calça, a blusa, saia ou vestido estão aí para você melhorar a aparência. Quando você põe essa roupa que lhe cai bem, surge um sorriso no rosto e parece haver leveza no andar.

Quando Adão e Eva, feitos à imagem de Deus, pecaram, aquela imagem foi afetada e a primeira coisa que fizeram foi costurar para si vestes de folhas de figueira – trabalho de suas próprias mãos. Isso fez com que se sentissem melhor, mas não reparou a imagem deles, porque a falha não estava no tecido, nem no corte, mas neles mesmos. Deus precisou sacrificar animais e Ele mesmo trabalhou as peles, modelou as vestimentas e vestiu Adão e Eva.

Estamos certos quando acreditamos que precisamos de novas vestimentas para melhorar nossa imagem. O problema é querer encontrar essa roupa em qualquer loja, porque não há tecido, corte nem modelo que cubra verdadeiramente nossas necessidades espirituais.

Em lugar de ficar procurando, empurrando cabides de um lado para outro na seção de roupas da melhor loja de departamentos do Céu, o linho fino branco é a única vestimenta apropriada para os convidados do Rei. E há somente um fornecedor, assim como foi para Adão e Eva: o próprio Deus.

“O homem nada pode idear para suprir as perdidas vestes de inocência. Nenhuma vestimenta de folhas de figueira, nenhum traje mundano, pode ser usado por quem se assentar com Cristo e os anjos na ceia das bodas do Cordeiro. Somente as vestes que Cristo proveu podem habilitar-nos a aparecer na presença de Deus” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 311).

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Meditação para 25 de fevereiro - Sexta


Crescimento em Cristo

Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo nAquele que é a cabeça: Cristo. Efésios 4:15

Há uma febre e corrida geral pelos suplementos vitamínicos. Os atletas que querem obter melhor desempenho, ganhar ou perder peso, melhorar a velocidade e a resistência são os mais tentados a usá-los.

No crescimento espiritual, também somos desafiados a sair de onde estamos para um estágio melhor. O apóstolo Pedro, falando desse esforço, diz: “Por isso mesmo, empenhem-se para acrescentar à sua fé a virtude, à virtude o conhecimento; ao conhecimento o domínio próprio; ao domínio próprio a perseverança; à perseverança a piedade; à piedade a fraternidade; e à fraternidade o amor” (2Pe 1:5-7).

No início dessa epístola, ele apresenta uma escada de crescimento cristão, e no fim da carta diz: “Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2 Pe 3:18). Sem ferir a seriedade do texto, poderíamos chamá-lo de “suplemento espiritual”. Por isso, o apóstolo recomenda que sejam acrescentados à fé, e apresenta sete suplementos.

O primeiro degrau no crescimento espiritual é a virtude, excelência moral. O segundo é o conhecimento, especialmente a educação espiritual. Segue-se o domínio próprio ou autocontrole, ou seja, a capacidade de conter e dominar nossos desejos. Depois do domínio próprio, vem a perseverança, ou seja, aprender a continuar com paciência. A piedade, o amor fraternal e o amor desinteressado são os últimos. Devemos crescer espiritualmente em cada um desses sete degraus.

Com essa escada, o apóstolo apresenta outros conceitos relacionados ao crescimento cristão. O primeiro é o poder de Deus. Ele diz: “Seu divino poder nos deu tudo de que necessitamos” (2Pe 1:3). Vou subir essa escada, vou crescer, não pelo meu próprio poder, mas pelo poder de Deus. “É Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dEle” (Fp 2:13).

O segundo conceito é o do empenho humano. Além do poder divino, também existe o esforço humano: “Portanto, irmãos, empenhem-se ainda mais para consolidar o chamado e a eleição de vocês” (2Pe 1:10). Como disse Bradley Nassif: “A graça se opõe ao mérito, mas não ao esforço.” Deus vai fazer tudo para minha salvação, menos a minha parte. Agora que você foi salvo, pode ir a Deus e perguntar: “Senhor, o que devo fazer? Mostra-me a Tua vontade. Dá-me ideia do que devo ou não fazer para crescer na graça.”

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Meditação para 24 de fevereiro - Quinta


Integridade

Jacó aproximou-se do seu pai Isaque, que o apalpou e disse: “A voz é de Jacó, mas os braços são de Esaú”. Gênesis 27:22

Rebeca daria uma daquelas atrizes que atuam espetacularmente como espiãs. Elas conseguem informações privilegiadas sem ninguém saber como, nem onde. Ela chamou seu filho Jacó e disse: “Eu ouvi tudo. Seu pai vai abençoar seu irmão. Mas eu quero que você receba a bênção. Vamos armar alguma coisa. Fica só entre nós.” E explicou o plano para Jacó.

A reação de Jacó foi de surpresa. Não discutiu se era certo ou errado, mas se ia funcionar. “Deixe comigo. Vá por mim. Tudo vai dar certo. Fique tranquilo. Não se preocupe. Seu pai não vai descobrir”, disse Rebeca. A bênção seria dada. Significava posses, privilégios e influência. Nessa hora, quando interesses, dinheiro e poder estão em jogo, a integridade deve brilhar como farol, indicando como navegar com segurança.

Ato seguinte: preparo do guisado no “micro-ondas” de Rebeca. Jacó vestiu algo que nunca havia vestido e sem ter ensaiado imitar a voz do irmão, entrou nos aposentos do pai levando a bandeja com o prato preparado ao gosto dele. Isaque, em sua cegueira, duvidou de que em pouco tempo seu filho estivesse de volta com a caça. Nesse ponto, ao dizer que Deus o tinha ajudado a encontrar a caça rapidamente, a mentira de Jacó até então escrita em fonte light, foi reescrita em negrito. O pai pediu que Jacó se aproximasse. “Deixe-me apalpar... deixe-me sentir o cheiro das vestes. Humm... é verdade. A voz é de Jacó, mas as mãos são de Esaú.” Não havia Estatuto do Idoso, nem se falava em falsidade ideológica, mas o que Jacó estava fazendo era o avesso do respeito à experiência; era tirar vantagem da idade e cegueira do pai. Faltava coerência entre o interior e o exterior; consistência entre palavra e ação; entre a voz que falava e as mãos que faziam.

Faltava integridade, palavra que traz em si a ideia de número ou valor inteiro. Não é um valor aproximado, nem fração, porcentagem de outro número. Nem é o 6 virado em 9 ou o 9 virado em 6. Não é um 8 cortado pelo meio.

Quando Isaque disse a Jacó que faltava integridade entre a voz e as mãos, estava advertindo a todos nós para que sejamos verdadeiros naquilo que falamos, que não manipulemos as situações em nosso favor. E que deixemos de lado táticas que demonstrem esperteza.

A promessa para aquele que anda em integridade é: “A luz raia nas trevas para o íntegro, para quem é misericordioso, compassivo e justo” (Sl 112:4).

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Meditação para 23 de fevereiro - Quarta


Flechas Venenosas, Balas Perdidas

A língua [dos perversos] é uma flecha mortal; eles falam traiçoeiramente. Cada um mostra-se cordial com o seu próximo, mas no íntimo lhe prepara uma armadilha. Jeremias 9:8

Estudos dão conta de que o homem fala em média 20 mil palavras por dia, e a mulher 30 mil. Daí podemos apenas imaginar ou perceber o poder que está em nossa língua tanto para o bem como para o mal.

Enquanto Tiago compara a língua a um fogo que devora, queima e destrói, Jeremias a compara a uma flecha mortal. Naquele tempo, a flecha era a arma que atingia mais rapidamente uma pessoa. Era inesperada e venenosa, rápida e cortante. Causava feridas profundas.

Quem sabe hoje, se fôssemos atualizar o texto de Jeremias, diríamos assim: “Suas palavras são como tiros de um fuzil de mira telescópica, com silenciador.” Você mal ouve o barulho, mas é surpreendido. Apenas sente o impacto. Não sabe por que e nem imagina quem foi o autor do disparo. Não sabe de onde veio; mas foi atingido.

Existe uma flecha mais venenosa do que essa. É muito mais prejudicial porque não atinge apenas o corpo, mas fere profundamente a alma. É uma flecha que mancha a reputação do outro, inventa o que ele não disse e insinua intenções maldosas, espalha informação falsa sobre os outros com a intenção de feri-los.

É uma flecha que tem arruinado muitos casamentos, e tem feito muitos perderem o emprego e posições. Ela já arruinou o futuro de milhares de pessoas. O nome dessa flecha é calúnia, mas também é conhecida como difamação.

O ditado diz: “A calúnia é como o carvão, quando não queima, suja.”

Os rabinos ensinavam que a calúnia era pior do que o incesto, a idolatria e o tirar a vida de alguém, porque matava três pessoas de uma só vez: o caluniador, o caluniado e quem escutou.

O cristão verdadeiro está convicto de que o tecido das relações humanas está entremeado da verdade. Quando há desconfiança e medo, os relacionamentos são fragilizados. Por isso, hoje todos apreciamos aquilo que chamamos de transparência. Não há nada escondido, mas existe lealdade e consistência.

“Não saia dos vossos lábios nenhuma palavra inconveniente [que fira, machuque, destrua, arruíne], mas, na hora oportuna, a que for boa para edificação, que comunique graça aos que a ouvirem” (Ef 4:29, Bíblia de Jerusalém).

Nossa oração deve ser, neste dia: “Coloca, Senhor, uma guarda à minha boca; vigia a porta de meus lábios” (Sl 141:3).

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Meditação para o dia 21 de fevereiro - Segunda

Não se Esqueça de Agradecer

Bendiga o Senhor a minha alma! Não esqueça nenhuma de Suas bênçãos! Salmo 103:2

Se eu pedisse a você que fizesse uma lista de presentes que gostaria de receber no seu aniversário ou no próximo Natal, rapidamente viriam muitas opções: uma viagem de férias, um Ipod de última geração, uma bolsa de estudos, etc. Para pedir, somos muito bons, mas quando chega a hora de dizer obrigado... Parece que nos esquecemos de agradecer como fazíamos antes. Você ajuda a pessoa, acompanha, diz tudo como é para fazer, digita, salva-a de morrer afogada, e... “tá bom!”, “até logo!”, “valeu!”.

O pastor de uma igreja incluiu o item gratidão em seus anúncios no boletim: “Nove pessoas perdidas no mar!” Os membros da igreja conversavam entre si: “Quando aconteceu? Quem foi?” A curiosidade era tamanha que o pastor teve que explicar: “Onze pessoas vieram pedir oração porque estavam indo mar adentro para a pescaria e a recreação. Mas somente duas vieram agradecer dizendo que voltaram bem. Imaginei que as outras nove estivessem desaparecidas.”

Com que frequência você expressa sua gratidão? Você se queixa mais ou agradece mais durante o dia? Sua mente está nas bênçãos ou nos problemas?

Em lugar de dizer: “Droga! Essa chuva logo agora!”, diga: “Que bom que estamos debaixo do mesmo guarda-chuva!” Em lugar de dizer: “Que pena que perdemos a vez na balsa. Éramos os últimos”, diga: “Que bom que vamos ser os primeiros a entrar na próxima balsa!”

Rudyard Kipling, grande escritor e poeta, teve o privilégio de viver do próprio sucesso, ganhando muito dinheiro com seus escritos. Certa vez, um repórter disse a ele: “Sr. Kipling, acabo de ler que alguém calculou o dinheiro que o senhor ganhou escrevendo. Mais ou menos cem dólares por palavra.” Kipling franziu a testa e disse: “Eu não sabia.”

O repórter ousadamente meteu a mão no bolso, tirou uma nota de cem dólares e disse: “Sr. Kipling, aqui está uma nota de cem. Poderia me dar uma das suas palavras?” Kipling olhou para a nota um momento, dobrou-a, colocou-a no bolso e disse: “Obrigado!” Ele estava certo. A palavra obrigado vale muito e o sentimento de gratidão muda o sabor do dia.

O Salmo 103 do qual tiramos o texto de hoje é um catálogo de bênçãos pelas quais devemos ser gratos. Ele contém 22 versos, o mesmo número de letras que existem no alfabeto hebraico.

Será que você pode encontrar um motivo para agradecer a Deus em cada letra do alfabeto?

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Meditação para 18 de fevereiro - Sexta


A Solução Está Perto

Então Deus lhe abriu os olhos, e ela viu uma fonte. Gênesis 21:19

Quem já fez longas caminhadas em regiões arenosas, onde se escuta apenas a sua própria respiração e o roçar do tênis na areia, tem uma leve noção do que é caminhar no deserto. A mesma paisagem, grãos de areia jogados no rosto pela brisa, arbustos secos e o uivar do vento nas rochas e arbustos. São caminhadas cansativas e o desejo de chegar é permanente.

Esta é a história de uma fuga, de um exílio, mas também a história de um encontro. Em sua primeira fuga, ao se encontrar com o anjo perto de uma fonte, Hagar deu um nome para Deus: “Tu és o Deus que me vê” (Gn 16:13).

Hagar era escrava, mãe solteira e, por motivos de ciúme de sua patroa, Sara, não tinha ninguém para quem trabalhar. Pegou a rota do deserto – temperaturas escaldantes durante o dia e frias à noite.

Ali estava ela, sem rumo, sem força, sem água, um silêncio amedrontador; quando uma voz quebrou o silêncio. Deus falou para aquela mulher: “O que a aflige, Hagar? Não tenha medo!” (Gn 21:17).

Deus sabia não apenas onde Hagar estava, mas conhecia também a tristeza de seu coração. O anjo lhe assegurou que Deus tinha escutado seu clamor e o milagre ocorreu: O Senhor abriu-lhe os olhos. A solução estava bem perto dela.

Os olhos da mulher estavam cegos pelo desespero. Seus erros estavam além de qualquer conserto. Escondeu-se no sofrimento. Fez-se vítima da situação e começou a ter pena de si mesma.

Então, a voz lhe disse: “Não tenha medo!” Deus não a tinha perdido de vista. O Deus que vê a ajudou a ver um poço próximo dali. Ela não tinha ido além da distância em que a graça pudesse alcançá-la.

Por que ela não tinha visto a água que já estava lá? Pela mesma razão pela qual você e eu não discernimos saídas para nossos problemas.
“Hagar, aqui está você, com muitas preocupações que não sabe como administrar, fardos que não sabe como levar; mas há uma solução.”

Deus estava pronto para escutar a dor do coração de Sua filha e resolver os problemas que ela enfrentava na fuga.

Assim também, Jesus está interessado em nossa história. Ele pergunta a cada um de nós o que é que nos aflige e nos angustia. Não há necessidade que Ele não possa suprir. Ele nos dá outra visão. Você tem bem perto de si um poço, uma fonte.

Por que não orar: “Senhor, abre meus olhos para que eu descubra o que providenciaste para mim?”